Enquete do PL 206/2021

Resultado

Resultado parcial desde 04/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 567 97%
Concordo na maior parte 14 2%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 3 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Tenho síndrome de Turetti, toda vida fui azarado pelos colegas, na escola e até no trabalho. Hoje descobri esse projeto de lei. Não me torna um incapacitado, pelo contrário, sempre usei do bom humor para superar, uma vez que não tem cura. Porém, em entrevistas psicológicas, realmente pode atrapalhar. Já fui chamado na mesa de um gerente para ouvir: "você tem que parar com esses tiks, isso te prejudicará na vida profissional".

Carlos Alberto Alves Machado 09/05/2021
27

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 73 encontrados.

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  • Ponto positivo: Importante e necessário que o PL seja de fato aprovado! Nós que sofremos diariamente com a ST merecemos sim, melhores condições de acesso a tratamentos, terapias e passarmos a ser respeitados. Em muitos casos a ST não impede de trabalhar, temos uma vida normal, porém atrapalha. Termos uma Lei que nos assegura direitos muda muito o cenário que vivemos! Aprovação já!!!!

    Camila Jacinta Pereira 20/01/2024
    0
  • Ponto positivo: Importante aprovação no Plenário o quanto antes, tenho a ST desde os 7 anos de idade, hoje com 41 anos, ainda sofro bastante para tentar me manter calmo, menos ansioso em situações de pressão principalmente. Faço uso de medicamentos tricíclicos, porém nem sempre resolvem. Ótima iniciativa dos deputados atuantes neste importante PL.

    Diego Bernardes da Silva 19/09/2023
    1
  • Ponto positivo: Meu filho de 20 anos é possuidor de "La Touret". Eu e minha esposa sempre estivemos presentes prestando todo apoio ao nosso filho. Mesmo com todo o apoio, sentimos que ele sofre com o problema. Agora está na Faculdade cursando Administração. Com certeza esse PL convertido em Lei será de grande valia para os portadores da Síndrome. Parabéns! Ao Deputado autor do Projeto.

    SERGIO KUROKI TAKEISHI 19/08/2023
    2
  • Ponto positivo: Tenho 66 anos e sempre sofri com essa doença. Será bom para as crianças e jovens terem seus direitos reconhecidos como portadores dessa síndrome para assim terem acesso a tratamento.

    WILSON LOPES BELLO 13/06/2023
    5
  • Ponto positivo: Seria ótimo mesmo quem tem St ter mais diretos , pq não é fácil , tenho filho de 9 anos com. St que toma medicamentos , faz Terapia , fono e faz acompanhamento com Neuropediatra !!!!!

    Natalia Conceiçao Viana 13/03/2023
    4
  • Ponto positivo: Meu filho tem 25anos, rapaz bom competente, tem tourette desde os 6, os problemas sociais são os piores, na escola na rua no shopping, no trabalho, numa entrevista de emprego sempre passado para trás, pq tourette incomoda, assim aprovação dessa lei abre vagas em empresas que jamais contratariam em outra situação.

    Katia Munhoz 19/02/2023
    6
  • Ponto positivo: Meu filho foi diagnosticado antes dos sete anos. Toma, e provavelmente tomará medicamentos controlados por todo a sua vida. Por todos os portadores de ST, por todas as MÃES, e por todos os familiares de portadores de ST, que o PL 206/2021 possa ser aprovado o quanto antes. JÁ TEMOS O VOTO FAVORÀVEL do relator. Porque não entrar em pauta na próxima seção???

    Silvia Taglialenha 10/02/2023
    8
  • Ponto positivo: Os custos com tratamento, terapias e medicamentos são altos, mas o preço mais alto que os portadores de ST pagam realmente é a falta de empatia, de conhecimento, a ignorância da população e até de boa parte da classe médica sobre a síndrome. Não só dificuldade de interação social, mas também as consequências das comorbidades presentes (TDAH, TOD, TOC, dificuldades de aprendizagem) são devastadoras para a vida familiar, social e profissional dos portadores de Tourette.

    Daniela Amaral 17/01/2023
    8
  • Ponto positivo: Gostaria de pedir mais agilidade em aprovar essa PL. Eu como muitas mães que tem um filho com essa síndrome necessita urgente da aprovação, para que possamos cuidar melhor das nossas crianças.

    Leiliane de Souza Santos 15/01/2023
    7
  • Ponto positivo: Meu filho tem 20 anos. Ele sofre desde os 6 anos de idade, mas o diagnóstico só foi aos 17 anos de idade. Hoje ele tem pensão por morte do pai, mas perderá aqui há dois meses. Estou muito preocupada, pois ainda não consegue trabalhar e nem estudar, toma remédios controlados e consultas particulares ao psiquiatra , tratamento caro.

    Deise Pereira de Souza 20/10/2022
    6
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).