Enquete do PL 158/2021

Resultado

Resultado parcial desde 03/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 884 86%
Concordo na maior parte 7 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 5 0%
Discordo totalmente 138 13%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ninguém pode ser obrigado a usar NENHUM TIPO DE MEDICAMENTO ou tratamento contra sua vontade. A LEI NACIONAL JÁ DIZ ISSO, mas, para evitar interpretações obscurantistas, sim, sou favorável à proposta. Vamos incluir também A DESOBRIGAÇÃO DE MÁSCARAS o que também é uma AGRASSÃO à libedade das pessoas. Parabéns ao deputado.

Paulo 13/02/2021
94

Essa vacina não pode ser obrigatória toma quem quer

Ednaldo dos Reis Pereira 10/02/2021
71

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 94 encontrados.

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  • Ponto positivo: Não à obrigatoriedade que interfere no possível comprometimento da saúde. Além do que, nem deveria haver esse debate pois a exigência é inconstitucional.

    Cecilia Luchetti 05/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Concordo plenamente com tudo que está dito no PL, mas DISCORDO do fato de o empregador ser deixado sem nenhum amparo nisso. Se o trabalhador contrair o vírus e tiver de se ausentar do serviço, é o empregador que vai pagar os primeiros 15 dias e vai ter que lidar com a lacuna em seu quadro de funcionários, talvez até tendo que contratar outra pessoa para substituir o afastado. Mais uma vez, um representante do Estado brasileiro faz cortesia com o chapéu alheio.

    CidadãoF 27/08/2021
    2
  • Ponto positivo: Art. 5° constituição! Aproveita manda o 142

    Marcelo vidal 23/08/2021
    1
  • Ponto negativo: Simplesmente ridículo! Todas as vacinas passaram pelas 3 fases clínicas que as atestam EFICÁCIA e SEGURANÇA. A coronavac é feita com vírus inativado, tecnologia utilizada na maior parte das vacinas de nosso esquema vacinal, e Pfizer e AstraZeneca utilizam vetor viral, tecnologia estudada há mais de 25 anos. Escutem a ciência, pois essa propaganda antivaxx vai custar caro para todos nós.

    Ike Mikee 22/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Aa vacinas apresentadas, segundo matérias sobre o Reino Unido e Israel que atingiram a imunidade de rebanho com cerca de 70% da população vacina, provou que apesar de reduzir o risco de morte ela não impede a infecção nem a transmissão. Sendo assim, não se vacinar só fará mal a própria pessoa, sendo a coação um crime segundo a constituição que impede que obriguem a pessoa a ser medicada sem seu consentimento. Não sou contra a vacina, mas sou a favor da liberdade de escolha.

    Fernanda Campeao 14/08/2021
    2
  • Ponto positivo: Existe a necessidade de vacinação porém é preciso avaliar os riscos da vacina para pessoas com comorbidades específicas, ajustando o tipo e a dosagem das vacinas se for o caso.

    mauricio soares 13/08/2021
    1
  • Ponto negativo: Muitas pessoas não podem tomar a vacina, mas estão ignorando esse fato na obrigatoriedade. E os médicos estão sendo pressionados para não darem a isenção. Em todas as outras vacinas existe essa isenção. Somente nessa não existe e a vacina não impede a transmissão. A vacina não faz diferença para a contaminação de terceiros. Não pode ser obrigatória porque não previne transmissão.

    PETRA ELSTER 12/08/2021
    3
  • Ponto positivo: A vacina não impede de contrair ou passar a doença. Ela só oferece para quem toma a possibiliade de atenuar os sintomas. Quem não se vacina não prejudica ninguém! No máximo estara expondo a si mesmo à possibilidade de ter sintomas mais fortes de covid. Não oferece nenhum risco aos demais.

    PETRA ELSTER 12/08/2021
    2
  • Ponto negativo: O ponto negativo é que teremos muitos deputados patronais que colocarão empecilhos ao PL158/21, sendo assim, deveremos nos posicionar em apoio à ela, caso contrário...

    CLOVIS MELTIOR 12/08/2021
    1
  • Ponto positivo: O PL158/21 veio em ótima hora, visto que o contrário dela fere os Direitos garantidos no Art. 5º da Constituição Brasileira. Sabemos que Governadores, Prefeitos, etc..., tem sido muito agressivos aos direitos dos Brasileiros usando a "pandemia" como desculpa e que, infelizmente, tem sido respaldados ou chancelados pelo STF. Esta proposta vem em boa hora para ponderar, moderar ou, até mesmo coibir abusos dos empregadores e/ou autoridades aos trabalhadores.

    CLOVIS MELTIOR 12/08/2021
    3
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.