Enquete do PL 105/2021

Resultado

Resultado parcial desde 03/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 26 4%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 10 1%
Discordo totalmente 743 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Se é necessário uma PL para essa finalidade, fica claro que as vacinas não apresentam segurança efetiva e há diversas notícias de reações e até óbitos relacionados. É uma tentativa de calar a boca de quem quer trazer seu relato e fatos reais que estao sendo ocultados pela mídia, em conluio com Bigfarmas, cujo interesse é lucrar em primeiro lugar.

Gilberto Negrão 06/05/2021
56

Deputado, impedir as pessoas de criticar é bem democrático! Esse tipo de terror tem ocorrido com o tratamento precoce que, no final das contas, tem salvo tantas vidas! É democrático ouvir críticas!

teofilo andre cristaldo dos santos 08/02/2021
30

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 74 encontrados.

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  • Ponto positivo: Se a vacina é segura porque a imposição? Porque devo continuar a usar máscara e ainda corro o risco de contrair covid19 mesmo após ser vacinado? Liberdade de expressão está na constituição, não podem nos tirar esse direito!

    Laercio Santos Lima 23/10/2021
    3
  • Ponto positivo: Com toda a minha liberdade de expressão constitucional faço a seguinte expressão : Deputados e políticos tem por dever , trabalhar e cuidar de seus cargos como políticos , Ao invés de ficar criando leis mal....tas Impedindo a liberdade de expressão de cada cidadão brasileiro a respeito da Vacina ! Cê eles são a favor das vacinas , eles que tomem e leve seus familiares juntos para fazer o msm . E respeite aqueles que não desejam tomar independente de sua opinião .

    Matheus Costa Santos 23/10/2021
    2
  • Ponto negativo: Determina o que é certo ou errado?? Médicos e pesquisadores são ignorados apesar de toda a prática que têm em atendimento a pacientes, enquanto são endeusadas pessoas que não trataram nenhum paciente! Isto é inadmissível!!

    Marilaine Braff Cardoso 23/10/2021
    3
  • Ponto negativo: Pensar diferente, é a única maneira da ciência fazer sentido. Se não pudermos pensar livremente, a ciência morrerá e dará lugar a um regime ditatorial. Afinal de contas o que move a ciência são as perguntas, não as respostas!

    Victor Silveira 20/06/2021
    5
  • Ponto negativo: Qual o motivo de querer calar o povo? Se a vacina está em fase experimental, por que querem nos convencer da suposta eficácia? Um absurdo essa amordaça que querem nos colocar...

    Lidiane Augusto da Silva 19/06/2021
    8
  • Ponto positivo: Liberdade de expressão! O leitor decide o que ler ou não ler, em que acreditar ou não. O povo não precisa de tutora do estado através de políticos duvidosos! CHEGA DE CENSURA!

    Suzete Soldaine 26/05/2021
    10
  • Ponto positivo: Como cidadão,sou totalmente contra por saber q tenho direito de opinar ,seja qual for minha decisão,logo não preciso de lei para dizer-me o q opinar,vacinas inseguras existem ,leio muitas informações a respeito e julgo ,se sim, sim se, não ,não.

    Nereu Silva 19/05/2021
    11
  • Ponto positivo: Se as vacinas não causam lesões, por que o fundo de compensação decorrentes de vacinas pagou US$ 4.071.322.557,08 como compensação por lesões causadas por vacinas? Liberdade de expressão e escolha, esse é o tipo de questionamento que se combate com uma lei cretina dessa.

    Isabella Justo 16/05/2021
    11
  • Ponto positivo: Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.

    Denise 14/05/2021
    2
  • Ponto positivo: Estamos vivendo dentro de "1984 de George Orwell" onde o ministério da verdade decide por você o que é ou o que não é, e aí de você se discordar! Estamos perdendo nossa liberdade e as pessoas estão aceitando tudo em nome da ciência... Lamentável!

    Denise 14/05/2021
    2
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei