Enquete do PL 88/2021

Resultado

Resultado parcial desde 03/02/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 129 96%
Concordo na maior parte 5 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Primeira vez que vejo uma proposta tão coerente e que só há de trazer benefícios à nossa população, realmente a fiação aérea tras uma poluição visual nas cidades além de ser horrível esteticamente e também perigosa, espero que aprovem rapidamente.

Thiago 16/04/2021
9

O projeto não estabelece Milestone intermediários definindo apenas um prazo final de 10 anos. O projeto deve definir datas intermediárias como a apresentação de planos de implantação e percentuais de execução a cada ano. Corre o risco de acontecer o que aconteceu com a obrigação de implantação de ar condicionado nos ônibus do Rio.

Claudio Miranda 20/09/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 22 encontrados.

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  • Ponto negativo: Dificuldade de implementação em curto prazo e custos. Empresas de telecomunicação devem arcar com grande parte dos custos, visto que são as atuais beneficiárias do caos atual e serão as beneficiárias da infraestrutura.

    Carlos Alberto Zapelini Mendes 27/04/2023
    0
  • Ponto positivo: A rede subterrânea deve ser questão de saneamento. É o padrão no mundo desenvolvido. O impacto da poluição visual dos postes nas áreas urbanas (com excesso de fios, postes tortos e, em geral, em má conservação) é de que, como ocorre na teoria das janelas quebradas, o problema tende propagar a ideia de descuido de desleixo, são um péssimo exemplo para a sociedade que possui reflexos na visão de mundo da população que replica tal mau exemplo de falta zelo com o ambiente urbano em seus atos.

    Carlos Alberto Zapelini Mendes 27/04/2023
    1
  • Ponto negativo: temporário, durante as obras, o que é plenamente aceitável!

    MARCO M. 10/05/2022
    0
  • Ponto positivo: Passou da hora! Rede subterrânea é usada na maioria das cidades desenvolvidas não é à toa. Além de maior confiabilidade, resistência e capacidade de expansão, existe a questão imaterial, que é o direito à adequada paisagem urbanística. Todos sabem como os fios aéreos são uma afronta ao cenário urbanístico brasileiro; são um grande símbolo de subdesenvolvimento e descaso com a coisa pública.

    MARCO M. 10/05/2022
    1
  • Ponto negativo: SOMENTE O TRANSTORNO DA CONSTRUÇÃO

    Nelson Luis Figueiredo Queiroz 03/05/2022
    0
  • Ponto positivo: O cabeamento subterrâneo, além de colaborar para um caminhar melhor de uma calçada já caracteristicamente estreita no Brasil, colaboraria para diminuição de mortes por contato com postes elétricos, e também evitaria o roubo de fios, os apagões frequentes devido a temporais, e 'gatos'. Quanto ao custo, o repasse não deveria ser feito a população, visto que esta é uma colaboração de bem público, e deveria ter sido honrada desde o começo. Qualquer voto contrario deve ser questionado.

    GUILHERME MENEZES VARELA DE ARAUJO 05/04/2022
    0
  • Ponto negativo: E o custo disso para a população?

    Luiz Claudio Barros 05/10/2021
    0
  • Ponto positivo: Na minha opinião, a rede subterrânea, restringirá o roubo da fiação.

    Luiz Claudio Barros 05/10/2021
    0
  • Ponto positivo: elétrico subterrâneo tem a oferecer, estão: minimiza os riscos de rompimentos acidentais de forma exponencial; praticamente elimina as chances de conexões clandestinas (“gatos”); elimina a poluição visual; possui um índice de manutenção muito mais baixo, reduzindo custos; diminui o risco de queima de equipamentos eletrônicos, pois não o modelo não é condutor de sobretensões; quando necessária, sua manutenção é muito mais rápida, eficiente e não coloca a vida dos técnicos em risco.

    elisangela oliveira lopes 02/10/2021
    0
  • Ponto positivo: Acredito que o cabeamento subterrâneo evitará possíveis furtos das companhias prestadoras de serviços, também acabará com podas ''criminosas'' que mutilam árvores de praticamente todas as cidades brasileiras devido a maioria terem cabeamento aéreo.

    Victor R. Rafael Vianna 28/09/2021
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.