Enquete do RIC 12/2021

Resultado

Resultado final desde 12/01/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 357 95%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 17 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

Essa Gestão que está atuando sobre o nosso BRASIL é totalmente irresponsável . A RIC 12/2021 precisa ser respondida URGENTE pois teremos muitos BRASILEIROS sem os serviços do BANCO QUE É DO POVO. Mais uma ação suspeita de conflitos de interesse ( BTG)

Alexandre Ruiz 12/01/2021
19

A lei interfere claramente na divisao dos poderes, e destroi a estrutura de freios e contrapesos, o governo federal nao consegue trabalhar , pois a camara nao deixa, aprendam respeitar o voto popular

sayd Alexandre 18/01/2021
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto negativo: A lei interfere claramente na divisao dos poderes, e destroi a estrutura de freios e contrapesos, o governo federal nao consegue trabalhar , pois a camara nao deixa, aprendam respeitar o voto popular

    sayd Alexandre 18/01/2021
    2
  • Ponto positivo: O BB jamais deveria ser privatizado acho que uma fusão com a Caixa seria mais bem aproveitado.

    Paulo Ficks 13/01/2021
    0
  • Ponto positivo: Tanto o BB como a CAIXA, Correios, Petrobrás, Fiocruz, Butantã entre outras, são empresas públicas, portanto cada decisão ou mudança merece consulta a população. São patrimônio público. Brasileirxs merecemos respeito e transparência total. Parabéns à CAIXA pelos 160 anos de empresa pública e de dedicação à população brasileira.

    Roberto Baron 13/01/2021
    2
  • Ponto positivo: Muito bom. Acho que cabe inclusive não um novo convite, mas uma convocação ao sr ministro, sr presidente do BB e da CEF assim como do sindicato para uma comissão mista, interpelando os mesmos sobre todas essas questões e inclusive exercer o poder legislativo, dentro de uma pandemia como vivemos, com recorde de desemprego e uma medida descabida, para uma instituição com lucros gigantescos que tem como seu principal ativo ainda, seu lado de agente público. O que resta após isso, é o sicateamento.

    Jeferson Natan 13/01/2021
    1
  • Ponto positivo: Agradeço pelo espaço, e que nós consigamos reverter esta situação será um caos para o município, estamos à disposição para qualquer tipo de ajuda.

    Eduardo Oliveira Cavalcante 13/01/2021
    1
  • Ponto positivo: Estamos no oeste da Bahia em que só temos esta agência para atendimento da população e fomos pegos de surpresa com esta arbitrariedade. Quando fizemos o concurso concorríamos para uma região específica. Trabalhamos muito é muita cobrança, pressão. Venho pedir que nos ajude ´para reverter.

    Eduardo Oliveira Cavalcante 13/01/2021
    1
  • Ponto positivo: ACRESCENTE, se possível, explicação de fechamento de unidades rentáveis, ou seja, que estava trazendo lucro ao BB, isso é incompatível com os princípios de ADM.

    JEFERSON GERALDO MATOS DOS SANTOS 13/01/2021
    2
  • Ponto positivo: Precisamos frear este desgoverno maldito que só destrói a país e todas nossas conquistas, o BB merece respeito bem como seus funcionários e equipe.

    Clébia Almeida 13/01/2021
    2
  • Ponto positivo: É importante denunciar o desmante que o atual governo tem infligido sobre os bancos publicos, o ministro da economia em claro conflito de interesse devido ao seu vínculo com o BTG pactual já fez uma venda arbitraria da BBDTVM que (pasmem) de tao ruim foi comprada pelo próprio BTG por uma pechincha, agora essa clara violação do acordo bianual, isso sem contar a extinção dos caixas e a renomeaçao do cargo de escriturário a fim de alterar nosso salário base... brasileiro só entende de churrasco...

    Pri Lima Kubiça 12/01/2021
    2
  • Ponto positivo: Quem trabalha em agência e quem tenta ser atendido tem em comum uma certeza: faltam funcionários. Resposta do governo: demissão de 5 mil funcionários. Bancos privados que “bancam” o governo agradecem o agrado.

    Andrei Freitas Teixeira 12/01/2021
    14

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei