Enquete da MPV 1023/2020

Resultado

Resultado final desde 02/01/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 8 25%
Concordo na maior parte 2 6%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 3%
Discordo totalmente 21 66%

O que foi dito

Pontos mais populares

1/4 de salário mínimo é uma vergonha! Parem e pensem sobre as famílias que dependem do bpc para cuidar de um filho com necessidades especiais, e ainda assim ter que cuidar da família inteira, pq para o governo só entram no programa se não tiver renda, como se um salário minimo bastasse para tudo isso, sem contar em quem ainda tem q pagar aluguel, são varias despesas, ninguém quer bpc para " viver as custas do governo", se estamos na luta é pq precisamos!

Daniela 13/01/2021
4

É mais gente nas ruas esmolando.

JORGE LUIS GOMES 05/01/2021
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto positivo: Atender os necessitados com um pouco mais de dignidade. Ainda não é o ideal, mas estamos melhorando.

    Dilson Rubens Gonçalves 13/06/2021
    0
  • Ponto positivo: Tomara que seja aprovada essa renda de meio espero mínimo por que pra nós mães de crianças com defeito sabemos o quanto gastamos!e outra quem está a frente ao dessas leis sabe que um salário não da pra nada essa é minha ppniao nossos filjo merecem o melhor

    vicencia rodriques 29/05/2021
    0
  • Ponto positivo: 1/4 de salário mínimo é uma vergonha! Parem e pensem sobre as famílias que dependem do bpc para cuidar de um filho com necessidades especiais, e ainda assim ter que cuidar da família inteira, pq para o governo só entram no programa se não tiver renda, como se um salário minimo bastasse para tudo isso, sem contar em quem ainda tem q pagar aluguel, são varias despesas, ninguém quer bpc para " viver as custas do governo", se estamos na luta é pq precisamos!

    Daniela 13/01/2021
    4
  • Ponto positivo: O critério de acesso para o Bpc garantido em 93 pela a lei loas 8742 está ultrapassado, esse critério de acesso é desumano. Os beneficiàrios do Bpc estão setenciados a viver limitados a este benefício, pois os mesmos não podem possuir mais nenhuma renda assim como seus familiares também não. Não podemos mais admitir esse critério de acesso, que além de injusto é desumano. 1salàrio mínimo não é o suficiente para prover o sustento de uma família de 3pessoas, e muitas vezes com um único provedor.

    Maria edvania 12/01/2021
    3
  • Ponto positivo: É demais de miserável o patamar, assim a miséria persiste. Este é um país riquíssimo, não representa o Brasil.

    Claudia Barberis Moreno 11/01/2021
    3
  • Ponto negativo: Já é uma vergonha alguém achar que com meio salário mínimo alguém possa conseguir sobreviver com está renda e pior ainda com 1/4 do salário mínimo ????? Idosos e pessoas com deficiências físicas necessitam de cuidados e tratamentos que muitas das vezes para quem tem 1 salário mínimo já é difícil imaginem querer só dar assistência para quem tem menos de 1/4.?? ?? Cortem os gastos desnecessários dos aux aos parlamentares, STF, ... #IdososeDeficientesFísicosTemQueTerBenefíciosEspeciais

    Sandra Stel 07/01/2021
    2
  • Ponto negativo: É mais gente nas ruas esmolando.

    JORGE LUIS GOMES 05/01/2021
    3
  • Ponto positivo: 1/4 de salário mínimo é uma vergonha. O governo quer mesmo matar os pobres. Deveria manter o benefício e investir mais em educação para que as pessoas não acabem nesta situação sem saber fazer nada, sem ter uma profissão.

    JORGE LUIS GOMES 05/01/2021
    1
  • Ponto positivo: Grande alívio para necidade compreendida

    Felipe Gonçalves Marinho 05/01/2021
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).