Enquete do PL 5650/2020

Resultado

Resultado final desde 22/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 226 81%
Concordo na maior parte 21 7%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 6 2%
Discordo totalmente 27 10%

O que foi dito

Pontos mais populares

Pessoas que não concordam certamente não conhecem a POBREZA nua e crua. Com a pandemia, mais pessoas ainda ficaram vulneráveis. Que os deputados e o presidente tenham o bom senso de prorrogar o auxílio!

Alexia Sousa 22/01/2021
19

Prorrogação até Abril é pouco deveriam prorrogar até a estabilização da economia e do emprego que caiu muito.

Fabiano Andrade 22/01/2021
14

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 56 encontrados.

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  • Ponto positivo: Sim o auxílio além de ajudar a população de baixa renda ainda faz movimento na economia isso ninguém fala mas todo dinheiro em movimento é útil pra economia além de retornar aos cofres públicos em forma de impostos ...papo furado de que vai quebrar a economia do país.... Porque ninguém fala em quebra de economia em relação aos altos salários e benefícios dos políticos ....esses não quebram os cofres públicos né

    Selma Zago 02/02/2021
    0
  • Ponto positivo: O AUXILIO ajuda o povo mais pobres a não passar MISERIA no momento tão tenebroso qual o mundo está passando sem trab ou assistencia

    Sonia Brasilia Silva 01/02/2021
    1
  • Ponto positivo: É evidente que tem que socorrer a população mais vulnerável. E a que se tornou vulnerável. Quer economizar, comecem os Deputados a abrir mão dos benesses que tem em folha, auxílios isso e aquilo, 13º, 14º, 15º e 16º, aposentadoria sem ser concursados, acho que o exemplo de economia deveria partir dos Poderes do País.

    Andrea Dae 30/01/2021
    1
  • Ponto positivo: Esse auxílio salvou muitas pessoas da completa e desimante fome, além de ser uma mão na roda da economia!

    Ryan Allan Alves Farias 30/01/2021
    2
  • Ponto negativo: Sou contra o auxílio emergencial pois tudo o que observei durante esse periodo foram os governantes usarem o mesmo pra manter a sua aprovacao enquanto o lockdown adotado por governantes locais bem-intencionados era ignorado completamente tanto pela populacao "vulnerável" apta pro auxilio quanto por comerciantes locais que nada faziam pra evitar aglomerações.

    Artur 29/01/2021
    0
  • Ponto negativo: O governão não tem dinheiro. Todo o dinheiro é da população. Se alguém ganha sem trabalhar, alguém tem que trabalhar por si e por aquele que vai receber. Isso é Socialismo/Comunismo o que não queremos para o nosso país.

    Luiz 29/01/2021
    0
  • Ponto negativo: O povo não precisa de esmolas. O povo quer trabalhar, coisa que os governadores não deixam. Parem de atrapalhar.

    Luiz 29/01/2021
    1
  • Ponto positivo: Ponto positivo, foi a salvação do povo, muuuuiito não ir aquenta de fome, porem este auxilio vem em boa hora, e salvou vida. tem muito quer não quenta a pressão, e pode vir comenter suicidio. salve o povo dessa doença maldita.

    charles ribeiro 29/01/2021
    3
  • Ponto negativo: Ponto negativo é pela demora de aprovar este auxilio. A Fome não espera, ela mata.

    charles ribeiro 29/01/2021
    2
  • Ponto negativo: Brasil tem que trabalhar e não viver de esmola. Pede pros seus prefeitos, governadores. Falam mal do Bolsonaro mas querem que ele pague a conta e só falam mal

    Marcelo de S. Cardoso 29/01/2021
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei