Enquete do PL 2963/2019

Resultado

Resultado parcial desde 22/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 2%
Concordo na maior parte 4 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 15 1%
Discordo totalmente 1.142 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

Terras brasileiras são dos brasileiros não podemos permitir estrangeiros vir aqui se apossar das nossas terras

Jean Clarisse Diovana Matteo 16/08/2021
49

A nossa soberania estará em risco. Não queremos entregar nossa pátria para estrangeiros.

Adelita Guedes 08/07/2021
58

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 212 encontrados.

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  • Ponto negativo: Texto inconstitucional, lesivo a angariação de taxas e impostos pois a PJ estrangeira alega sede em outro país (paraíso fiscal), não há retorno ao público nacional (serviços públicos), entre tantas outras alegações. Mas se permitir que 50% + 1, da sociedade seja brasileira acredito que haverá mais compensação ao cidadão brasileiro. Além de poder cobrar judicialmente qq desvio legal.

    Ricardo Angeli Petruci 14/02/2023
    0
  • Ponto negativo: Projeto de Lei altamente lesiva aos interesses nacionais. Simplesmente não se pode vender o solo pátrio a estrangeiros, porque isso leva a imensa insegurança dos brasileiros. começa-se vendendo 25% das terras e depois, os estrangeiros tomam tudo. O que as nossas futuras gerações vão herdar? Totalmente desnecessário e perigoso esse PL do Senador irresponsável.

    Rosângela Costa de Morais 28/08/2022
    2
  • Ponto negativo: PL inconstitucional, e é muito claro que existem interesses escusos nesse PL para favorecer estrangeiros.

    Glaubênio Macedo 15/05/2022
    5
  • Ponto negativo: Estamos entregando a nossa soberania aos estrangeiros. O Brasil é dos BRASILEIROS.

    Adriana Mundim Veloso 14/05/2022
    3
  • Ponto negativo: Não podemos vender nosso território para estrangeiro...essa proposta é uma afronta e crime contra nossa soberania.

    Leonardo Porto Gomes 13/05/2022
    2
  • Ponto negativo: A soberania de um país passa pela preservação das terras, muito mais no âmbito delas serem de propriedade do povo e da União, jamais de países que podem torná-la áreas exclusivas, como vem ocorrendo na Argentina, países da África e como no Sri Lanka, que venderam áreas importantes para a China, que foram transformandas em áreas de atuação exclusiva, sendo proibida a entrada de cidadãos e governantes da região. Sem contar que muitas dessas área estão militarizada pela China. Aqui jamais terão.

    Ricardo Emerick 25/03/2022
    2
  • Ponto positivo: É fato que esse PL é lesivo ao país. As terras dos brasileiros são para que brasileiros possam explorar da melhor forma. Há interesses não confessáveis para a aprovação desse PL. Se a compra de terras for realizado por várias pessoas ou instituições de várias nacionalidades, 100% do município estarão nas mãos dos estrangeiros. O Brasil ainda tem muitas riquezas por explorar e essas riquezas poderão passar as mãos dos estrangeiros. Não ao PL 2963/19.

    MARIO MIGUEL DOS SANTOS FONTES 09/03/2022
    1
  • Ponto negativo: entregar parte de nossas terras para estrangeiros completamente negativo. A china deve tá só de olho esperando a aprovação.

    Genival Paula dos Santos 25/02/2022
    2
  • Ponto positivo: não vejo nenhum ponto positivo.

    Genival Paula dos Santos 25/02/2022
    3
  • Ponto negativo: Não há pontos positivos. Não tem que vender nossas terras para nenhum país. Por que não querem comprar terras do Nordeste? É só da Amazônia que querem? Sou totalmente contra e duvido que algum brasileiro concorde com isso. Quanto será que está levando o autor desse PL?

    Eleonora Abreu 17/01/2022
    4
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  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.