Enquete do PL 5638/2020

Resultado

Resultado final desde 22/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.672 70%
Concordo na maior parte 42 2%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 25 1%
Discordo totalmente 658 27%

O que foi dito

Pontos mais populares

Muito empregos são gerados por este segmento,discordo de algumas opiniões que não tem nem a noção que o ramo está passando , Felipe carreras é um deputado que teve atitude e a partir desta atitude votarei nele com certeza , muitos pais de famílias estão passando muitas dificuldades e já existe 11 meses sem trabalhar , graça a Deus está PL vai dar certo sim , força e Deus abençoe a Felipe carreras

Malta Henrique 13/02/2021
38

Prezados Deputados, Os LOTÉRICOS do Brasil pedem socorro mais uma vez! O PL 5638/20 não pod ser votado na câmara, pois vai retirar mais uma parcela da tão pequena da receita do LOTÉRICO, que luta como as outras categorias para manter seu negócio na atual situação do país. Já nos retiraram um percentual da lei Zico sobre o título de PROVISÓRIO e até hoje não retornou. Pedimos aos Senhores a defesa dos nossos direitos e a NÃO aprovação do PL 5638/20. A CATEGORIA LOTÉRICA DO BRASIL AGRADECE.

Rodrigo Gonçalves 24/02/2021
21

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 130 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Não foi incluído as empresas de aluguel de tendas ,palcos ,arquibancadas e outras estruturas de uso temporário, exceto andaimes !!!! E agora ?

    Claudio Tuma 29/04/2021
    0
  • Ponto positivo: O setor de eventos precisa de ajuda. São milhares de famílias e empresas indo a falência. Socorro!

    Lô Coelho 14/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Tentativa de ajudar, mesmo sem ter entendido a necessidade da maioria! As entidades de classe representam poucas empresas do setor. Precisamos de ajuda real não pra contínuar e dando lucro para bancos

    Emerson Bogsan 07/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Mais uma vez os nobres deputados não entendem as necessidades da classe, a inclusão de MEU é essencial, além disso empréstimos vinculado a Selic e com juros de 6% é a pá de cal que as empresas precisam para encerrar as atividades com mais dívidas. A Selic tem a variação de acordo com a inflação, mostrou que a mínima variação o aquecimento vai subir não tento limite. 2.5 bi não serão suficientes não vai atingir os pequenos, mais uma vez estamos largados a própria sorte!

    Emerson Bogsan 07/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Foi retirado o poder do Presidente e agora querem a todo custo dar despesas, para que o mesmo caia na lei de irresponsabilidade fiscal. O projeto deveria vir dos estados e municípios que decretaram o Lockdown de forma errada e irresponsável.

    Lucas Mesquita de Araujo 31/03/2021
    0
  • Ponto positivo: São medidas fundamentais para que esses setores, tão atingidos pela crise gerada pela pandemia, consigam ao menos tentar sobreviver. Já podemos ver que não haverá eventos, shows, reuniões corporativas até o final deste ano, ou seja, toda a cadeia de produção, organização, hospedagem, etc será afetada.

    Daniel 08/03/2021
    0
  • Ponto negativo: Pelo que vi no resumo em nenhum momento a PL trata da segurança dos milhares trabalhadores do setor, Marceneiros, serralheiros, aderecistas, projetistas, cenotécnicos e todas as outras funções nescessarias para o desenrolar de um evento, como transporte, hospedagem, alimentação entre outros. Além de ser basicamente um texto de reinvindicação patronal, sem o minimo de responsabilidade também com quem irá nesses eventos ou terceiros.

    Renato Botelho 07/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Excluir o MEI é inadmissivel .

    Artur da Cruz 05/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Não tem ajuda pro MEI.

    Vitor Felicio 03/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Era pra ter uma ajuda pro MEI também .

    Vitor Felicio 03/03/2021
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei