Enquete do PL 5595/2020

Resultado

Resultado parcial desde 18/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7.726 33%
Concordo na maior parte 288 1%
Estou indeciso 20 0%
Discordo na maior parte 340 1%
Discordo totalmente 15.510 65%

O que foi dito

Pontos mais populares

Obrigar alunos e professores a voltarem para as Escolas sem vacina é assassinato. Acho engraçado, pq esses deputados não aprovam projetos que darão a TODOS os alunos recurso e estrutura para que eles possam estudar em casa com dignidade. Isso ninguém aprova na Câmara, né... Não ao retorno presencial sem vacina. Vacina para os professores e para os alunos tbm!!!

Andreia Sa 15/04/2021
475

Aulas presenciais em uma época de grande propagação do vírus, só aumentará significativamente o número de infectados no país, aumentando o óbito da população, de profissionais que trabalham dentro do espaço escolar, aumentando ainda mais a carência de profissionais da Educação, uma profissão que cada vez atrai menos profissionais pelos baixos salários. A conclusão é que, desta forma, em breve não haverão mais professores, pois estes terão morrido em decorrência do covid.

Elizabeth de Lima 19/03/2021
867

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Exibindo resultados 1 a 10 de 2055 encontrados.

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  • Ponto positivo: Um país que não leva a Educação a sério, como algo prioritário, este nunca irá para a frente. Diante da pandemia, assistimos a decadência da nossa Educação. Crianças serão o futuro do amanhã, precisam de uma Educação séria, comprometida com elas e com o futuro delas. É muito fácil sentar em casa e receber seu salário no final do mês sem fazer muita coisa. Sou professora!

    Sil Andrade 24/09/2021
    0
  • Ponto negativo: Totalmente inviável o retorno das aulas nesse momento! O problema não é nem as aulas em si, mas os meios de locomoção que nós iremos utilizar para chegar até os colégios. Muitos assim como eu utilizam o transporte público, que pelo menos na minha cidade, é sucateado! Pessoas grudadas, muitas sem máscara, e em tempos de baixa temperatura como agora, o vírus só irá se espalhar ainda mais! Alunos levam para dentro das salas, e está feito mais uma onda terrível de mortes! Não a volta as aulas!

    Vinicius Rosa 19/07/2021
    4
  • Ponto positivo: Perda importante da cognição com prejuízos em longo prazo.

    Juliano Schaefer 09/07/2021
    0
  • Ponto positivo: O Brasil já amarga um péssimo desempenho na formação de profissionais excepcionais. Um ensino deficitário forma professores medianos e professores medianos formam profissionais inexpressivos. Esta guerra contra o governo é, na verdade, contra o país. Com esta sede de poder, não estamos perdendo apenas um ano letivo, mas sim, o sentido de Nação.

    Evaldo José do Nascimento 09/07/2021
    1
  • Ponto positivo: motivo 1000º Quem é pai ou mãe e consegue perceber o mal que estes adolescentes e crianças estão sofrendo dentro de apts, ou casebres, ou favelas, edículas... e que conseguem parar e ver e analisar e ponderar na balança o que vale mais, certamente não levantou um ponto negativo,salvo exceção àqueles pais de filhos com comorbidade que aí deve ter silenciado pq outros merecem ter vida saudável e segura. O egoismo não pode ceifar a oportunidade de todos com seu problema particular e pontual.

    Fernanda 07/07/2021
    1
  • Ponto positivo: 233º motivo os funcionários de supermercado não foram vacinados, nem de restaurantes, nem bares, nem lojas etc etc, os pofessores sã prioritários .... Há mais segurança na escola que na propria casa das crianças 234º evitar abuso físico 235º Evita ou delata abusos sexuais 236º Muitos dependem do lanche da escola, complicado acreditar que a bolsa lanche esteja mesmo chegando as crianças 237 º cria-se menos marginais menos drogados e viciados e "aviãozinhos" 238ª Direito fundamental na CF e no ECA

    Fernanda 07/07/2021
    1
  • Ponto positivo: O que matou o 1/2MM de pessoas brasileiras não foram as escolas e justamente a ausência delas, falta e comprometimento, falta de respeito, falta de empatia, falta de princípios .... precisamos reverter isso antes que todo o resto da população se vá .... mas não irá somente por causa do vírus irá com brutalidades, suicídios, fome, doenças mentais, doenças físicas. As escolas devem ser as primeiras com investimentos em protocolos e é possivel fazer em paralelo. A esperança sempre foram as crianças

    Fernanda 07/07/2021
    0
  • Ponto positivo: 17- impossível fechar os olhos as inumeras necessidades e aos inúmeros problemas sendo gerados agora por "zelos unilaterais" a professores .... 18- Há mais gente ao nosso redor há mais locais perigosos do que nas escoas 19- Priorizar a educação é ter consciência do que realmente importa nesta vida e não somente Valores monetários 19- A sociedade está refém de fake news, de eletrônicos e informações inúteis, precisa preocupar com o que importa, dar valor e ocupar a mente com o que vale a pena

    Fernanda 07/07/2021
    0
  • Ponto positivo: 12- Ansiedade e outros doenças mentais podem ser abrandadas de ocorrer no futuro que FATO que surgirão com este GAP. 13- Maes e pais são obrigados a trabalhar, precisam deixar seus filhos em lugares seguros e não com eles em supermercados ou nas ruas ou nos metros e onibus 14- Nenhum futuro se constroi sem estuo, sem planejamento sem esforço sem cuidados 15- Há protocolos de segurança comprovadamente eficazes 16- criancas e adolescentes são mais conscientizados com protocolos que seus pais etc..

    Fernanda 07/07/2021
    0
  • Ponto positivo: 9- continua... Há as "janelas de oportunidades" momentos específicos que o desenvolvimento da criança ocorre assim como a fala, pegar em pinça, o desenvolvimento cognitivo, desenvolvimento social, percepção de REGRAS e CONVÍVIO em SOCIEDADE são somente absorvidos nestas "janelas" depois a criança pode aprender porém nunca terá em sua cerne tais desenvolvimentos 10- Queda do numeros de suicídio (não há vacina para isso) 11- Evitar doenças piores provenientes desta ansiedade aflorada em criancas e

    Fernanda 07/07/2021
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei