Enquete do PL 5594/2020

Resultado

Resultado parcial desde 18/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 47 30%
Concordo na maior parte 3 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 7 5%
Discordo totalmente 97 63%

O que foi dito

Pontos mais populares

O dano as crianças, principalmente as menores pode ser irreparável, nesse momento estão numa fase decisiva do desenvolvimento de relações sociais que poderá ter passado quando a pandemia acabar. Fora que os menores não tem cognição para aulas remotas on-line. Qualquer atividade gera pontecial contaminação, porém os custos benefícios devem ser pesados, e nesse caso, acredito que as crianças vão ter um prejuízo maior. Crianças pequenas não são grandes vetores de transmissão.

Priscila Falcão 23/03/2021
4

O retorno forçado às atividades simplesmente irá fazer explodir o número de casos entre alunos, familiares dos alunos, professores e servidores de todas as instituições. Não há recursos, sempre cortados com a anuência do Congresso ao longo de vários anos, não espaços apropriados para retorno de atividades presenciais.

Marcelo Menezes Reis 13/04/2021
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 26 encontrados.

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  • Ponto negativo: A educação somente está sendo colocada como essencial para colocar à comunidade escolar uma mordaça. Sabemos q os investimentos estão cortados por 20 anos para as áreas elde saúde e educação, portanto, esse projeto é uma falácia.

    Erica de Menezes 23/04/2021
    5
  • Ponto negativo: Votar essa medida neste momento é impensável. As escolas não estão parcialmente paradas (Sim, parcialmente) porque os profissionais da educação lutam por salários e adequação nas políticas públicas voltadas para educação. Escolas públicas e particulares de todo o MUNDO paralisam suas atividades por causa da pandemia. O problema do nosso país, mais do que fornecer internet e tablets para os estudantes é controlar o avanço do coronavirus para que toda a comunidade escolar esteja segura.

    Priscila Virginia Cazarotti 22/04/2021
    1
  • Ponto negativo: Quando é para destinar verbas para a educação ela não é essencial, mas para colocar a vida dos servidores e principalmente dos alunos e das suas famílias, aí ela se torna essencial. O essencial é a vida e não estamos em condições de ter aulas presenciais sem a população vacinada. Pra criticar "professor doutrinador" as pessoas querem homeschooling, mas quando veem as dificuldades do professor na pele, aí mudam de opinião.

    Eduardo A. Leal 22/04/2021
    3
  • Ponto negativo: Como professor e pesquisador percebo que as escolas não tem condições materiais para promover um ambiente seguro para o retorno presencial. Seria maravilhoso se tivessem, mas não dá para colocar a vida das pessoas em risco por querer acreditar em medidas de segurança idílicas. Precisamos de vacinas e pacotes de internet e equipamento para os estudantes serem inclusos, não é o ideal, mas é possível. É decepcionante ver o MEC não ter colocado programas educativos na TV aberta, era o mínimo.

    Stanley Amarante 19/04/2021
    6
  • Ponto negativo: Mesmo vacinando (coisa que ainda não aconteceu) os professores e os alunos, é imprevisível os efeitos que teremos em relação a esse vírus. Sem vacina então, é sair para guerra no batalhão de frente e sem armas contra o inimigo! Na situação que a educação no Brasil se encontra, cada dia com mais cortes, como iremos garantir proteção a todos? Deputados, vamos trocar de lugar? Vocês vão lecionar aula para nós presencialmente, sem tomar vacina? Duvido que vão!!!

    Simone Sartorio 19/04/2021
    6
  • Ponto negativo: As escolas não adequaram as instalações quanto à ventilação, sanitários e alimentação de forma segura. Precisamos de professores e funcionários comprometidos com a volta as aulas de forma segura, seguindo e exigindo os protocolos. O rodízio de alunos e turmas menores poderia ser uma solução.

    Fernanda Pignolato 19/04/2021
    4
  • Ponto positivo: As crianças de 4 e 5 anos ficam desestimuladas com aulas on line, minha filha está sofrendo pela falta do contato com outras crianças e com os professores.

    Fernanda Pignolato 19/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Muitos professores já morreram com o ensino híbrido. Muitas famílias já levaram o vírus pra casa, contraído em escolas. Não há como provar que os ambientes escolares são tão seguros. A vacina é tão essencial como a educação e também precisamos medir o impacto de uma reabertura das escolas no pior momento da pandemia. As deputadas poderiam estudar também estratégias econômicas para disponibilizar a internet para todas as crianças, e popularizar as ferramentas de estudo on line.

    Poesia Palavra Viva 19/04/2021
    1
  • Ponto negativo: Se a preocupação é a internet, por que o projeto que garantia internet gratuita aos estudantes foi vetado? Esse projeto de educação presencial como sendo essencial é uma enganação e está muito mal explicado para a população.

    Tiago França Paschoal Dos Santos 17/04/2021
    2
  • Ponto negativo: Parem de dizer que as escolas são seguras porque NÃO SÃO SEGURAS, aulas presenciais somente após pandemia, garantir a minha vida e de minha família é essencial. Muitos profissionais da educação já morreram. Acompanhem no facebook a página "Movimento Escolas Sem Luto" e verão o quão não há segurança nas escolas contra a COVID

    Fatima 16/04/2021
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.