Enquete do PL 5544/2020

Resultado

Resultado parcial desde 16/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.929 3%
Concordo na maior parte 262 0%
Estou indeciso 25 0%
Discordo na maior parte 343 0%
Discordo totalmente 77.070 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não existem pontos positivos nessa proposta!! Já é dificil para os animais sobreviverem nesse mundo onde o ser humano toma cada vez mais o espaço deles, sendo que muitos já estão a beira da extinção....ainda querem matar os poucos que ainda existem????????????? Qual a interação do ser humano com meio ambiente nessa proposta?? Destruir o pouco que resta??

Fernando Tiaguim 14/12/2021
2666

Matar não é esporte!!!! Crueldade não é esporte! Deixem os animais em paz!

Vanessa Cristina Januário de Oliveira 29/03/2021
2351

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 7534 encontrados.

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  • Ponto positivo: A caça quando regulamentada não é um risco para a fauna. Ao contrário do senso comum, a atividade quando bem ordenada tem a capacidade de preservar espécies nativas (a título de exemplo, temos o Moçambique que dividiu territórios de caça legalizados e usa os valores obtidos no combate aos caçadores ilegais). A caça é um fato: as pessoas caçam ilegalmente e é um crime de difícil persecução, e na ilegalidade não existem regras nem limites.

    NICOLA BATISTA LOSS MEDEIROS 14/03/2026
    0
  • Ponto positivo: Quem critica pouco entende de caça sustentável e das espécies alvo Hoje, por exemplo, sofremos com um excesso de populações de capivaras, que tomam os espaços de outros animais como veados, pacas, e principalmente pacuaçus, além de causar grande prejuízo a produtores rurais. A caça já foi provada um ótimo meio de conservação e reabilitação de ecossistemas, como exemplo temos países do da África e a conservação Dr elefantes, girafas, zebras, ou nos EUA e Canada com Lobos, Ursos e veados

    Pedro Lopes 23/06/2024
    1
  • Ponto positivo: ISSO CHEGA A SER UM ABSURDO. Já não basta, o desmatamento propositadamente, agora querem a caça legalizada? Precisamos preservar com urgência todas as espécies, e preservar o bioma. Não podemos esquecer, que esses animais não existem por um acaso e a caça faz com que os mesmos sejam extintos. Isso não pode, NUNCA, ser liberado! Essa bancada ainda irá acabar com tudo.

    TAYNA PASQUANTONIO DOS ANJOS 13/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Por acaso você nunca ouviram falar de manejo, um bando de "biologos" de apartamento que nunca ouviram falar de manejo, de controle de super população de animais que compente com os outros por comida e territorio, deixa crescer desordenadamente, ai eu que ver se nao vão votar a favor desse projeto , e serio, muita ignorância em tão pouco espaço.

    Willian Wallacy de Souza Martins 26/12/2023
    3
  • Ponto negativo: Isso não é uma prática esportiva, isso é uma prática criminosa e de extrema crueldade contra os animais. É a Câmara dos Deputados dando força para a maldade humana contra os animais.

    De Paula Venâncio 01/11/2023
    8
  • Ponto negativo: Extinção de uma fauna já ameaça a muito tempo.

    Ávila Beatriz 27/04/2023
    1
  • Ponto negativo: Gostaria, na verdade, que fosse pontuado aqui algo de positivo nisso, pois sozinha não sou capaz de enxergar. Caça esportiva é apenas uma diversão para a alta sociedade e seria uma forma de sobrevivência e silenciamento dos mais pobres, bem como já ocorre hoje com o tráfico de animais. Um retrocesso ao país, uma lástima para a sustentabilidade e toda a luta pela conservação.

    Halis AP Vancetto 26/04/2023
    3
  • Ponto negativo: Na verdade gostaria que fosse colocado aqui um ponto positivo, pois eu realmente não enxergo nenhum em caça esportiva, ademais em animais silvestres. Bizarro, um retrocesso no país em em relação a tudo que seja ambiental, a sustentabilidade e a preservação.

    Halis AP Vancetto 26/04/2023
    2
  • Ponto negativo: Pessoal que gosta desse tipo de "entretenimento" deveria dar um rumo mais construtivo para esse gosto lamentável por tortura e morte e ir praticar tiro esportivo, virar atleta competitivo e trazer medalhas para o país.

    Luciana Dias Duarte 31/03/2023
    16
  • Ponto positivo: Simplesmente objetivos quem planta colhe , quem cria preserva

    Reinaldo Alves Pereira 31/03/2023
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.