Enquete do PL 5451/2020

Resultado

Resultado parcial desde 09/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 31 69%
Concordo na maior parte 4 9%
Estou indeciso 2 4%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 8 18%

O que foi dito

Pontos mais populares

Para o caso em questão é importante salientar a necessidade de confirmação das práticas de eficazes de desenvolvimento sustentável. Não restou comprovada que o lixo causado pelos carregadores foi eficientemente importante para a diminuição dos impactos ambientais, ainda não foi apresentado um programa de reciclagem ou recolhimento dos adaptadores antigos. Ademais a Empresa conseguiu um corte de gasto gigantesco sem nenhuma retração no preço do produto, por outro lado houve aumento no mesmo.

Gustavo Bismarck 07/03/2022
4

Será que o parlamentar parou por 1 segundo para pensar que qualquer acessório incluído obrigatoriamente no pacote terá seu preço repassado ao consumidor? Será que ele parou mais outros segundos e percebeu que esse repasse vai prejudicar justamente quem tem menos recursos? Não, não parou, né? Foi lá e propôs mais um PL inútil para pode mostrar em suas redes sociais como é bonzinho e preocupado com o consumidor.

Paulo Carvalho 09/02/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Obrigado, ser obrigado a compra um carregador por fora seria a gota da água.

    Railson almeida dos Santos 06/02/2023
    1
  • Ponto positivo: Fere o Código de Defesa do Consumidor, ocorre a venda casada onde, para o produto funcionar depende de outro. Como as empresas mudaram os cabos as fontes antigas não servem ou, precisam de novos fios e adaptadores para funcionamento. Comprar telefone sem carregador é o mesmo que comprar veículo sem motor. Quem achar normal, normal não é.

    Oslon Rodrigues 26/10/2022
    2
  • Ponto negativo: É questão de sustentabilidade. Não deveria ser obrigatório. Empresas e lojas deveriam informar ao consumidor as caracteristicas do acessório e deixar o consumidor decidir. Caso o consumidor tenha o mesmo acessório, poderia escolher não adquirir, tendo assim o valor abatido da compra. Caso não tenha, a loja ou fabricante deveria term o acessório para entrega no ato da aquisição. E sim, o consumidor, com ajuda o vendedor, tem condição de decidir se vale a pena manter o acessório antigo, ou não.

    Daniel Luis Zani 16/10/2022
    0
  • Ponto positivo: Para o caso em questão é importante salientar a necessidade de confirmação das práticas de eficazes de desenvolvimento sustentável. Não restou comprovada que o lixo causado pelos carregadores foi eficientemente importante para a diminuição dos impactos ambientais, ainda não foi apresentado um programa de reciclagem ou recolhimento dos adaptadores antigos. Ademais a Empresa conseguiu um corte de gasto gigantesco sem nenhuma retração no preço do produto, por outro lado houve aumento no mesmo.

    Gustavo Bismarck 07/03/2022
    4
  • Ponto positivo: Eu concordo. Ótimo, sim o aparelho vem com o cabo, mas para usar o cabo tem que comprar outro carregador, pois agora os novos modelo usam USB tipo C e não mais o usb norma! Essa politica, falsa, de proteção ambiental da empresa, serve somente para reduzir custos e aumentar lucro. No fim, quem paga pela redução de emissão de carbono é o cliente. Na China, onde são fabricadas as peças de seus dispositivos, é o país que mais polui mesmo comparando com todos os outros países desenvolvidos juntos.

    Adriano Bandeira Fiorotti 07/11/2021
    3
  • Ponto positivo: Creio que por se tratar de um artigo de custo "um pouco" elevado, deve ser vendido juntamente com o produto, diferentemente dos fones de ouvido em que cada indivíduo escolhe o melhor a seu gosto, deve acompanhar sim o aparelho.

    fabio vinicius 21/10/2021
    2
  • Ponto negativo: Se empresa não quiser colocar o carregador, tudo bem. Compra quem quer. Vai querer obrigar a montadoras a colocar ar condicionado em todos os carros também.

    Arthu Vinicius Demetrio Santiago 02/09/2021
    0
  • Ponto positivo: Concordo com o projeto, pois ao vender/trocar o dispositivo, o novo dono/comprador exige carregador e acessórios, tornando uma peça útil ao aparelho. Ademais, quando se trata da Apple, a mesma não compatibiliza 100% o uso de carregadores similares homologados pela Anatel, pois o mesmo carrega com uma potência de carga de menos de 5w, chegando a alguns menos de 2W. Tudo nos leva a ver que existe uma compra casada, obrigando a comprar um item que jamais sairá do mercado, pois é essencial.

    DIEGO BARBOSA DE MORAES 13/07/2021
    2
  • Ponto negativo: Será que o parlamentar parou por 1 segundo para pensar que qualquer acessório incluído obrigatoriamente no pacote terá seu preço repassado ao consumidor? Será que ele parou mais outros segundos e percebeu que esse repasse vai prejudicar justamente quem tem menos recursos? Não, não parou, né? Foi lá e propôs mais um PL inútil para pode mostrar em suas redes sociais como é bonzinho e preocupado com o consumidor.

    Paulo Carvalho 09/02/2021
    4
  • Ponto negativo: Não há quem não tenha carregador em casa. O carregados dura mais do que o celular. Este projeto apenas aumenta a quantidade de carregadores descartados.

    Reynaldo Wongtschowskli 09/02/2021
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.

  6. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).