Enquete do PL 5417/2020

Resultado

Resultado parcial desde 07/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 78 50%
Concordo na maior parte 3 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 72 47%

O que foi dito

Pontos mais populares

Liberdade de expressão! O Brasil ainda é um país livre...

Marco Penso 08/12/2020
8

Com a violência corrente no Brasil, fico imaginando o estímulo que esta proposta dará. Serão jovens, crianças, vendo e achando que a solução das suas frustrações será resolvida com armas. Estamos preparados para ver um jovem instável entrar numa escola, shopping, e esvaziar sua arma em colegas? Não existe controle possível ou pensado que possa prevenir estas situações. Sou contra o armamento do povo. E depois, o conceito de tirano, depende das concepções políticas.

Marcia Kilpp do Nascimento 06/03/2021
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto positivo: mais armas, mais mortes

    DIEGO GUSTAVO DETSCH 01/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Deveríamos ter mais propostas nesse sentido. Que incentivasse a liberdade dos brasileiros. A divulgação de armas não deixa ninguém violento, pelo contrário, normaliza o uso consciente de defesa e segurança. Precisamos fomentar a segurança no Brasil, que não é só responsabilidade do Estado mas também do cidadão conforme vela a CF/88. A pior coisa que nos aconteceu foi o estado do desarmamento.

    Sâmela Santana Almeida 22/06/2022
    0
  • Ponto negativo: Não há amizade entre países, há apenas interesses. Esse Projeto de Lei atende aos interesses da indústria de armamentos e o país que será fornecedor. É só entendermos o lobby que sustenta a cultura da brutalidade, da violência. Quem precisa ter armamentos é o Estado e suas forças de defesa, não é o cidadão desprovido do direito de exercício de defesa. Mais inteligência no corpo de policiais para investigação e prevenção da violência no campo e nas cidades, ainda mais sobre os parlamentares.

    Patricia 11/06/2022
    1
  • Ponto positivo: Sigo a opinião do parlamentar Eduardo Bolsonaro. Rejeitar um direito que está garantida por constituição é um erro grave, afinal todos temos o direito de defesa.

    Estefano Lopes 20/05/2022
    2
  • Ponto negativo: Segurança é dever do estado. Arma de fogo está longe de ser solução para violência. Existem milhares de outras prioridades. Essa coisa de arma é papinho de homem covarde que vai lucrar com a morte alheia. O foco deveria ser a desigualdade social que nos coloca em risco.

    Flávia Galasso 13/12/2021
    1
  • Ponto positivo: O cidadão deve ser livre para defender-se

    Ronaldo Magoo Fagundes 12/12/2021
    3
  • Ponto negativo: Quando aumentar o número de mortes e assassinatos será que daremos conta de que algo deu errado? Ou querem mesmo diminuir com a população e então deixar que elas se matem por qualquer coisa...trânsito, supermercado, briga de bar, bola do vizinho, mordida de cachorro, roubo de fruta da árvore...UM ABSURDO que devemos NEGAR PLENAMENTE!!!

    Luis Fernando Calderón 01/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Se educação, cultura, arte, cuidados para que se extinga a miséria, desnutrição e falta de água potável no mundo não forem prioridades....então tem algo de muito errado que não está certo. Se o mundo fala de ODS da ONU, agenda 2030. Problemas climáticos e preservação da natureza. COMO ASSIM ARMA?? Não faz sentido algum a não ser um tentativa de implantar o mal no comando. Criança tem que ser criança....vamos cuidar com mais amor delas e do planeta. Que o governo assuma sua função de segurança

    Luis Fernando Calderón 01/12/2021
    2
  • Ponto negativo: É dever "constitucional" do estado prover segurança. É dever "constitucional" do estado prover educação. Não prover educação e dar acesso às armas à pessoas sem noção sobre o que isto significa fará do nosso país um dos piores lugares pra se viver no mundo. Só a educação salva.

    Evandro Schütz 01/12/2021
    1
  • Ponto positivo: O direito individual de cada cidadão não deve ter interferência do Estado. Somente uma pessoa sabe do que necessita, do que ela precisa para viver, ter uma vida digna, e uma vida de progresso. Propaganda de armas de fogos não gera nem um tipo de aumento de crimes ou algo relacionado, pois tem um público alvo específicos, Pessoas que podem comprar armas ou pessoas que já tem armas. Ataques em escolas ou outros tipos de homicídios não necessita de uma arma de fogo, basta o indivíduo querer.

    ulisses cesar 01/12/2021
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição

  5. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo

  6. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.