Enquete do PL 5412/2020

Resultado

Resultado final desde 07/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.888 84%
Concordo na maior parte 39 2%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 15 1%
Discordo totalmente 302 13%

O que foi dito

Pontos mais populares

As máscaras não contribuem efetivamente para a proteção quer individual ou coletiva quanto ao coronavírus, além de proporcionar desconforto, falta de ar, aumenta a concentração de CO2 no ar respirado.

Antonio Roberto Packer 29/01/2021
115

Uso de máscaras, distanciamento social, higiene e vacinas são as únicas medidas preventivas para a Covid 19! Enquanto a situação de pandemia não for controlada, devemos colaborar, não somente por nós mesmos, mas pela sociedade e pelos mais vulneráveis. Além de diminuir a transmissão, máscaras diminuem a carga viral e tb a gravidade da doença, em caso de contágio. Não há tratamento preventivo ou precoce, e o sistema de saúde já está sobrecarregado demais. Mascaras sim! Obs: sou médica.

Monica Souza 29/01/2021
42

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 274 encontrados.

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  • Ponto positivo: Deixou de ser útil, uma vez que a maioria das pessoas já não utiliza mais da forma correta, pois constantemente vemos pessoas com máscaras no queixo ou com o nariz para fora, ou ainda sem máscara nenhuma mesmo em locais obrigatórios. A máscara passou a ser apenas um acessório de menor importância, que além de elevar os custos das empresas com seu fornecimento também se acumulam aos montes nas ruas e aterros poluindo nosso meio ambiente.

    sabrina silva 18/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Acho que o uso da máscara tem que ser OPCIONAL. Nessa altura do campeonato, com vacinação a todo o vapor, qual o sentido do uso OBRIGATÓRIO? Penso que não deve ser uma obrigação. Quem quiser continua usando. Excelente proposta! Manter o uso de máscara OBRIGATÓRIO é só para fomentar o clima de medo e desespero no povo. E é muito claro que todas essas questões do COVID se tornou palco para fazer "políticagem" para qualquer um dos lados ideológicos.

    Lucas Reges Barros 02/04/2022
    1
  • Ponto positivo: NÃO faz sentido o uso destas máscaras... Para fazer uma refeição têm q RETIRAR ... Qual o sentido de manter estas em locais fechados ???... Nenhum sentido! Usa quem quer e se sente seguro ... NÃO faz sentido a pessoa q faz questão de usar obrigar outros à usarem ... Cada um q cuide de si e de sua segurança (aos q acreditam q o uso protege de algum tipo de vírus) ... Acho q já deu e já passou da hora de RETIRAR isso ! Só serviu p os civis discutirem e arrumar discussões desnecessárias.

    Adriana Martins 15/03/2022
    1
  • Ponto positivo: Desde o começo foi uma idiotice exigir isso. Só causou mais doenças que prevenção no meu ponto de vista. Usa quem quer, agora obrigar as pessoas a isso é autoritarismo. Fico triste pelas crianças ter que ficar com essa focinheira nas escolas. Eu sofro muito sendo obrigado usar isso no trabalho, me causa alergia, falta de ar e muito desconforto. Se eu tivesse que usar isso pra sempre seria enfermeiro, mudaria de profissão.

    WELLINGTON COIMBRA 11/03/2022
    4
  • Ponto negativo: É claro e óbvio que máscara não funciona. Só serve para prejudicar a saúde e restringir a liberdade dos cidadãos, inclusive de respirar. Já deu para essa palhaçada.

    Raquel Furchinetti 10/03/2022
    2
  • Ponto positivo: Chega de máscara,o povo fingi que usa e quem sofre são as crianças que tem que ficar o dia todo de mascara na escola..uma judiação,

    Aline Scora 08/03/2022
    4
  • Ponto positivo: Acho engraçado o povo não quer usar a máscara mas esquece que se alguém da família pegar a doença vai ficar chorando as pitangas aí vem comércio fechado novamente nossas famílias morrendo e o governo como esse autor dessa PL negligenciando nós a sociedade (MASCARA CAUSA PROBLEMAS RESPIRATORIOS PORQUE NAO SAO DEVIDAMENTE USADAS ) TEM PESSOAS QUE QUER USAR UMA MASCARA UM MES SEM LAVAR OUTROS QUEREM USAR UMA MASCARA DESCARTAVEL ATE 10 DIAS AI CAUSA MESMO PROBLEMA RESPIRATORIO

    Vivian Duarte 06/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Antes de tudo, vai acabar com a hipocrisia. As mesmas pessoas que mandam ficar em casa e chamam de negacionista, são as que estão nas ruas sem máscaras e fantasiadas para o carnaval que "foi proibido". Obrigar o cidadão é autoritarismo! E há uma pesquisa que aponta a ineficácia da máscara de tecido, por exemplo. É uma palhaçada, um verdadeiro teatro isso. Com ou sem máscara o indivíduo se contamina. Ou melhor, nem precisa sair de casa.

    Lucas Lopes de Jesus 04/03/2022
    6
  • Ponto positivo: 80% da população já vacinada. Uso de máscara tem que ser liberado. Mas você usa se quiser, um, duas, quantas quiser. Países mais democráticos de verdade, o uso sempre foi opcional, ainda mais agora depois de 3 doses!

    Paulo Fernando 21/02/2022
    3
  • Ponto positivo: Com o uso de máscaras tivemos aumento de problemas respiratórios, e isso já era previsto, à partir do momento que saliva, bactérias e gotículas de suor ficam presas na máscara e são jogadas no pulmão com o ar que respiramos.

    Jonatas Henrique 25/11/2021
    9

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  5. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei