Enquete do PL 5377/2020

Resultado

Resultado final desde 03/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 49 92%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

É uma vergonha esse projeto ainda não ter sido aprovado. Quem tem em casa uma pessoa deficiente, sabe como eles são vulneráveis. Eles tem imunidade muito baixa.

Claudia Domingues 08/01/2021
3

Já deveria ter sido aprovado

Claudia Domingues 08/01/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto negativo: Mesmo tendo tendo gente indo se vacinar com laudo dado pelo neurologista indicando que é autista , AINDA é preciso estar escrito no laudo que "Não funcional" . É puro capacitismo , o autista continua sendo uma pessoa que faz parte da lei da inclusão de pessoas com deficiência . Nos negam esse direito de ter a vacina

    Maria Clara Sena 30/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Particularmente ,acho que é ótimo a vacinação para todos os nossos especiais Só que devem ser incluídas as crianças ,porque dizer que a fase de teste não chegou nas crianças ok .mas dizer que uma mulher grávida pode e uma criança especial não pode ,porque não foi testada .essa ideia não é aceitável .usam uma resposta para essa questão que não nos coloque a pensar que haja uma certa hipocrisia pó parte de pessoas que estão para justificar decisões ...

    Tatiane 10/05/2021
    1
  • Ponto positivo: Tomara que essa tentativa de justiça possa alcançar pessoas com comprovada vulnerabilidade e dificuldades para adotar as medidas protetivas mútuas

    Rita Castilho 19/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Múltiplos estudos apontam que autistas possuem maior risco quando infectados pela COVID-19. Precisamos deste projeto aprovado JÁ!

    Bruno Moreira-Guedes 19/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Sou deficiente físico tenho várias disfunções hormonais sérias e até hoje a minha vacina não me foi liberado gostaria de pedir aos novos do supremo tribunal federal que olhos mais por nós né dos deficientes físicos que não nos deixa esquecido pela classe majoritária

    Alexnando 11/04/2021
    0
  • Ponto positivo: A questão é que o deficiente físico ele é muito levado a sério no Brasil ele é esquecido pelos deputados federais pelos senadores sabemos que os deficientes físicos são pessoas vulneráveis cadê os direitos humanos que nem era a nosso favor

    Alexnando 11/04/2021
    0
  • Ponto positivo: País com sistema tripartite, que nesse tri-pé, um só existe para atrapalhar que é o caso do executivo chefiado por um bando de sem cérebro, nada funciona.

    Sigelfredo Freitas 02/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Contemplar pacientes com síndromes, também com deficiências nao visíveis.

    Aretuza 02/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Tenho Síndrome de Ehlers-Danlos, e tenho de fadiga crônica, ativação mastocitaria especie de "alergia" doversas, alem de dor cronica (difusa e localizada), taquicardia é frequente, alem de fazer uso diário de oxigênio. Esses sao apenas alguns dos sintomas. Sou doente cronica de doença rara. Precisamos ser contemplados. Se ja tenho dificuldades de oxigenacao sem covid, imagina pegando esta doença

    Aretuza 02/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Vai salvar muitas vidas, pois a maioria das pessoas com deficiência entre ela tem sérias comorbidades respiratórias, principalmente quando possuem quadro de escoliose que comprime o pulmão. ( meu caso tenho doença rara a Osteogenese imperfeita) Além de também apresentarem casos de trombose entre outras complicações. Ainda precisam em muitos casos de outras pessoas para os auxiliar e por essa necessidade de auxilio, mesmo isolado pode se contaminar

    Claudia Borges 01/04/2021
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição

  6. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo