Enquete do PL 5322/2020

Resultado

Resultado final desde 02/12/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 36%
Concordo na maior parte 2 11%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 10 53%

O que foi dito

Pontos mais populares

Existem partes dos ritos e cerimônias religiosas que estão proibidos devido a pandemia, acredito que precisamos ter liberdade de expressão e prática religiosa independente da situação do mundo, assim como a liberdade de ir e vir. Quanto a questão de saúde, cada um cuida de si como acha melhor. Sou a favor deste projeto.

Alice Stephanie Ramos Libras 19/02/2021
0

Religião remete a solidariedade, e creio que falta empatia por quem possa ser contaminado, especialmente por quem possa morrer por conta de uma contaminação, ainda mais em locais religiosos que reúnem um número tão grande de pessoas.

Rafael Scaldini 07/12/2020
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 3 de 3 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Estudo da Universidade John Hopkins mostrou que frequentar cultos religiosos aumenta em 16 vezes a chance de se contaminar com COVID19. Não se trata de escolha individual. É um problema de saúde pública. Os que se expõem ao vírus também expõem as pessoas ao seu redor. E quanto mais tempo levarmos para debelar a pandemia , mais variantes surgirão com probabilidade de serem resistentes contra as vacinas. Quantas pessoas mais precisam morrer para que se entenda que não é o momento de se aglomerar?

    Mário Koyama 05/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Existem partes dos ritos e cerimônias religiosas que estão proibidos devido a pandemia, acredito que precisamos ter liberdade de expressão e prática religiosa independente da situação do mundo, assim como a liberdade de ir e vir. Quanto a questão de saúde, cada um cuida de si como acha melhor. Sou a favor deste projeto.

    Alice Stephanie Ramos Libras 19/02/2021
    0
  • Ponto negativo: Religião remete a solidariedade, e creio que falta empatia por quem possa ser contaminado, especialmente por quem possa morrer por conta de uma contaminação, ainda mais em locais religiosos que reúnem um número tão grande de pessoas.

    Rafael Scaldini 07/12/2020
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 1005/2026

    Extingue a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), criada pela Lei nº 8.029, de 12 de abril de 1990, e dispõe sobre a transferência de suas funções.

  4. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo

  5. PL 1049/2026

    Institui a Política Nacional para Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, cria o Cadastro Nacional de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, e altera a Lei nº 11.578, de 26 de novembro de 2007.

  6. PL 988/2026

    Altera o Código Penal para tipificar a promoção organizada de conteúdos que incitem violência, discriminação ou desumanização de mulheres no contexto de movimentos misóginos.