Enquete do PL 5296/2020

Resultado

Resultado parcial desde 27/11/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 21 35%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 3 5%
Discordo totalmente 34 58%

O que foi dito

Pontos mais populares

Como diria o sociólogo Walter Benjamim, a história não é estática, nós que a moldamos e construímos, por isso não pode ser considerada anacronismo. Normalmente as estátuas são vistas como a de um herói, e não podemos acreditar nisso. Se fossem transferidas as museus, poderia ser contada a história do jeito como realmente foi e de um jeito criteriosa para a nossa sociedade. Não iríamos apagar a história, iríamos ensinar as gerações que essas pessoas não foram boas, e que n deve acontecer de novo.

Júlia Brito 31/08/2021
3

Eu fico surpresa com a capacidade tão pequena de certos parlamentares todos os países do mundo foram ou fizeram escravos. Os Africanos também fizeram os seus .Acabou evoluímos . Vai estudar a História mundial chega de bobagens . Que vergonha! Vai ser útil.

Beth Oliveira 30/12/2020
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto positivo: O lugar desses monumentos é no museu, e a história sendo contada como realmente foi, sem romantizar esses absurdos! PL totalmente aprovado!!!

    Ana Karoline Teixeira 01/12/2021
    0
  • Ponto positivo: É preciso incluir no Projeto a homenagem a estupradores, como Virgulino Ferreira, o Lampião, a escravocratas como Zumbi dos Palmares, a torturadores como Getúlio Vargas, devendo ser proibidas tais homensagens

    Fabiana P. 08/11/2021
    1
  • Ponto negativo: Ataca ao símbolo de uma população, mas esquece de proibir homenagens, por exemplo, ao estuprador Virgulino Ferreira, ao torturador Getúlio Vargas, e ao homofóbico Che Guevara.

    Fabiana P. 08/11/2021
    0
  • Ponto positivo: Erguer monumentos a escravocratas é uma inversão de valores e perpetua uma versão única da História que, aliás, é preciso ser revisitada. Porém, os atuais devem ser preservados num "museu do equívoco" para que possamos olhar os erros do passado e não mais repetí-los.

    Cibele 13/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Como diria o sociólogo Walter Benjamim, a história não é estática, nós que a moldamos e construímos, por isso não pode ser considerada anacronismo. Normalmente as estátuas são vistas como a de um herói, e não podemos acreditar nisso. Se fossem transferidas as museus, poderia ser contada a história do jeito como realmente foi e de um jeito criteriosa para a nossa sociedade. Não iríamos apagar a história, iríamos ensinar as gerações que essas pessoas não foram boas, e que n deve acontecer de novo.

    Júlia Brito 31/08/2021
    3
  • Ponto negativo: Essa proposta é um absurdo. Onde já se viu julgar personagens históricos com base na perspectiva atual? Meu professor me ensinou que isso é anacronismo. Alguém que faz isso só pode estar tentando APAGAR nossa história.

    Miguel dos Anjos 30/08/2021
    0
  • Ponto positivo: Devemos olhar pra frente, passado não volta e se não fossem esses personagens, talvez nem estivéssemos aqui discutindo.

    Humberto de Freitas 28/08/2021
    0
  • Ponto negativo: Monumento histórico (do latim monumentum, derivado de monere: "lembrar") é o título usado, em certos países, para definir um local, objeto, construção, ou representação artística, que recebe um estatuto jurídico destinado a protege-lo, devido sua contribuição histórica, artística e/ou arquitetónica, também, algo que representa com a finalidade de homenagear pessoas ou fatos da história.

    Marcio Miranda Dantas 28/08/2021
    0
  • Ponto negativo: Vejo esse projeto de lei como a intensão de apagar a história Nacional. Porque apagando as memórias as gerações futuras não tem embasamento de conhecimento. Ficando um terreno fértil e propício a idéias e ideais contrários a vontade do povo atualmente. E isso seria um golpe sorrateiro contra a democracia que atualmente já está abalada.

    Elzo R. Sarchi 27/08/2021
    4
  • Ponto negativo: Apagar a história, o passado não faz sentido nenhum, qual seria a verdadeira intenção por trás disso? Parece haver um desconhecimento da história, tamanho absurdo desse. Falta do que fazer, querem a exclusão da história brasileira. Parece mais com falta de conhecimento mesmo.

    Elisabete Vivaldini Dias 26/08/2021
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei