Enquete do PL 5248/2020

Resultado

Resultado parcial desde 24/11/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.024 81%
Concordo na maior parte 11 1%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 11 1%
Discordo totalmente 222 17%

O que foi dito

Pontos mais populares

Adicionar e trocar todos pronomes por causa de menos de um por cento da população é um absurdo, pq vcs n seguem essa logica e mandam a escola ensinar braille e sinais? ja que 5% da população sofre com surdez ou é muda?

; - ; 01/12/2020
70

Esse Projeto de Lei é desnecessário, as demais leis já asseguram o aprendizado da norma culta. É mais uma tentativa de impedir um movimento sócio-cultural que visa tornar de conhecimento público a realidade de uma minoria. Conhecimento esse que certamente tornaria a convivência social mais pacífica, por não induzir agressões verbais ou físicas. Ademais, a linguagem é matéria viva e está em constante mudança pelo povo e a escola deve continuar sendo lugar de discussão desta e de outras questões.

Ladislau Saraiva Gonçalves 01/12/2020
27

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 111 encontrados.

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  • Ponto negativo: Deixem os/as ideólogos/as da "linguagem neutra" do "dialeto não-binário" reclamarem mesmo não tendo razões ou argumentos consistentes, porque democraticamente eles e elas têm direito ao "jus sperniandi".

    Orlando 21/08/2022
    0
  • Ponto negativo: Querem distorcer tudo e o ataque eminente são nossas crianças. Vamos dar um basta o Brasil é um país de direita, respeita a pátria, família, religião. Não vamos ceder e vamos lutar até o fim.

    Marcos Valencio 11/12/2021
    4
  • Ponto positivo: A língua portuguesa é uma representação social e cultural dos Brasileiros e que deve ser evoluída naturalmente, sem que seja necessário uma alteração arbitrária para satisfazer o ego de um determinado grupo. O fato de algumas palavras estarem no "masculino" é uma mera interpretação, pois, este já engloba a capacidade de neutralidade, como, por exemplo: Eles estão chegando. Todos irão a festa. Aqueles são meus amigos. Uma alteração desta proporção, ultrapassa a razoabilidade e fere a cultura.

    Andre Vieira 04/08/2021
    13
  • Ponto positivo: Concordo plenamente com o Projeto, poderia incluir no mesmo, uma multa de no mínimo 100 SM's para a instituição e o agente que infringir a lei.

    Edson Moraes 26/07/2021
    8
  • Ponto positivo: Chega de doutrina ideológica nas escolas, isso não passa de uma tentativa da esquerda brasileira de poluir mais as mentes de nossos alunos do ensino público/privado, estes assuntos não são feitos para se pautar em sala de aula.

    Gabriel Moisés 25/06/2021
    8
  • Ponto negativo: Que historia de "linguagem neutra"?? Respeite a língua-Pátria de Camões que contam com quase TREZENTOS milhões de falantes. Já não bastasse o que fazemos para o empobrecimento da língua-raiz que herdamos dos Patrícios, ainda querem "sujar" ainda mais a bela língua Portuguesa em prol de uma minoria "viciada" em benesses sem ter feito nada para merece-los!

    Edvaldo Lima 21/06/2021
    6
  • Ponto negativo: A inclusão desse projeto está disfarçada em tentar promover normas de linguagem para suprimir a inclusão social de minorias através da língua. O projeto representa um retrocesso não somente a linguagem mas um barreira uma sociedade igualitária e inclusiva. Uma pena saber que existem deputados travando uma caça às bruxas e usando dinheiro do povo para empurrar a gente para a era medieval.

    Juliano 15/06/2021
    2
  • Ponto negativo: Desde que o Brasil adotou o ensino Paulo Freire, as nossas crianças qdo adultas, chegam a uma faculdade, sem saber português e matemática e agora querem confundi-las ainda mais. Já imaginou se uma mulher grávida for fazer uma eco e ela pergunta para a médica: é menines ou menines e a médica responde...menines....

    Marines Guenter Bloss 31/05/2021
    6
  • Ponto positivo: Um país onde o ensino é deficitário, crianças se tornam adultas sem saber o mínimo de matemática e português. É uma lastima querer impor uma ideologia que tem como intensão fazer desaprender sua língua.

    Gustavo Oliveira de Souza 27/04/2021
    12
  • Ponto positivo: Cada PESSOA tem liberdade de escolher ser o que quiser ser, isso é a intimidade dela, cada uma cuida da sua. Por outro lado, mudar um idioma falado em nove países, oficialmente, com cerca de 280 milhões de PESSOAS por causa de uma decisão íntima, para mim é opressão.

    Lídia Ana Araújo de França 13/04/2021
    9
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  2. PL 849/2025

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  3. PL 896/2023

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  4. PL 824/2026

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  6. PL 302/2026

    O Projeto de Lei 302/26, do deputado Gilvan da Federal (PL-ES), amplia o direito ao porte de arma de fogo para guardas civis municipais e vigilantes. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto reconhece o risco permanente da atividade de guardas civis municipais e vigilantes. Em razão disso, prevê a necessidade de porte de arma como instrumento de defesa pessoal e coletiva. “Não há segurança pública possível quando o Estado dificulta o acesso aos meios legítimos de defesa por parte de seus próprios agentes”, afirma Gilvan. Regras Segundo o projeto, o porte será válido em todo o Brasil, independentemente do número de habitantes do município. Os guardas municipais poderão portar arma de fogo em serviço e fora dele. O porte fora do horário de trabalho decorrerá automaticamente do exercício do cargo e só poderá ser suspenso por decisão administrativa ou judicial. Já o porte de arma para vigilantes fica permitido durante o serviço e no deslocamento entre a residência e o local de trabalho. A proposta dispensa a comprovação individual de efetiva necessidade para a concessão do porte, por considerar que o risco faz parte da atividade. Armas permitidas Pela proposta, as guardas civis municipais e os vigilantes poderão utilizar: armas de fogo de uso permitido e restrito; munições compatíveis; e equipamentos de menor potencial ofensivo. As armas poderão ser da instituição ou de propriedade particular, desde que estejam regularmente registradas. Capacitação O projeto determina que a capacitação dos guardas e vigilantes para usar arma de fogo siga critérios objetivos e periódicos. Essas exigências não poderão ser usadas para restringir o direito ao porte. Sistema de Segurança Pública O texto também prevê que guardas civis municipais e vigilantes passem a integrar o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), como auxiliares de prevenção e proteção. Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado por deputados e senadores. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei