Enquete do PL 5228/2020

Resultado

Resultado final desde 20/11/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4 13%
Concordo na maior parte 1 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 3%
Discordo totalmente 26 81%

O que foi dito

Pontos mais populares

Já está ocorrendo muitos problemas com este tema, e agora se aprovado vai confirmar uma separação de pessoas.pela cor que ela tiver, na minha opinião esta separação ñ deveria existir, e sim mais educação de qualidade nas escolas.

Rosa marli miihlstedt 24/11/2020
0

Todos são iguais e o projeto quer criar divisões. Só estimula o racismo.

Jorge Da Silva Prado 23/11/2020
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Meu voto foi contra o feriado nacional. Concordo com o dia da consciência negra, mas não com a criação de mais um feriado.

    Frank Caldara 24/11/2020
    0
  • Ponto negativo: Primeiro, existem figuras negras muito mais importantes que Zumbi, a qual pouco se sabe bibliograficamente, Segundo, a Consciência deve ser humana, não de uma cor ou de uma raça. O que adianta falar de determinados casos e esquecer de outros quando quem sofre são pessoas ligadas ao conservadorismo. Ou só se tem consciência quem é dito Progressista ou de Esquerda? Seria apenas mais um feriado para LACRAÇÃO da esquerdopatia reinante no Brasil, diga-se de passagem, não é a maioria da população.

    Luiz Gustavo dos Santos Chrispino 24/11/2020
    0
  • Ponto negativo: Gera mais desunião entre a população.

    Carla Patricia 24/11/2020
    0
  • Ponto negativo: Já existia um feriado que contemplava a data, mas foi mudado com as falsas narrativas de parlamentares, trabalhem mais e militem menos, deixem o Brasil crescer.

    Elvis Tadeu Moreira 24/11/2020
    0
  • Ponto negativo: Já temos muitos feriados no Brasil.

    Filipe Gomes 24/11/2020
    0
  • Ponto negativo: O país não precisa de mais feriados, nem mesmo feriado significa combate ao racismo. Leis contra, já inibem as agressões. Quem é racista não vai mudar por causa de um feriado. Façam leis que ajudem aos mais necessitados, brancos, pardos ou negros, essas sim acabara com as discriminações.

    Fatima Fernandes 24/11/2020
    0
  • Ponto positivo: Já está ocorrendo muitos problemas com este tema, e agora se aprovado vai confirmar uma separação de pessoas.pela cor que ela tiver, na minha opinião esta separação ñ deveria existir, e sim mais educação de qualidade nas escolas.

    Rosa marli miihlstedt 24/11/2020
    0
  • Ponto negativo: No Brasil já há feriados demais. O que acaba obrigando as empresas de serviços essenciais como postos, farmácias e mercados a abrirem e pagar hora extra. Além de prejudicar outras empresas, já que salário é mensal e não por hora trabalhada. Deveríamos preservar 3 grandes feriados nacionais (Natal, dia 01/jan e Independência). Acabar com pontos facultativos e feriados municipais.

    Jean 24/11/2020
    0
  • Ponto negativo: Que tal um feriado comemorando a Raça Humana? A qual todos nós pertencemos? Parem de querer vitimizar o negro, ele não é um coitadinho.

    Celina Abreu Maratonista 23/11/2020
    0
  • Ponto negativo: Somos todos iguais !

    Jamilly Abdo Kalik 23/11/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.