Enquete do PL 5220/2020

Resultado

Resultado parcial desde 20/11/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2 2%
Concordo na maior parte 2 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 94 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

A participação política deve ser espontânea, não havendo necessidade de obrigatoriedade de cota para a representação de grupos possuem livre acesso a se candidatarem.

Aline Ribeiro dos Santos 21/11/2020
13

Com uma proposta desta, cada dia mais se criam divisões no povo brasileiro, como uma pratica nefasta de parar para conquistas. Político tem de representar 100% o povo brasileiro e não nichos ou escolhas sexuais, raças, credos, etc. Cada dia mais vemos propostas absurdas vindas de políticos mal preparados. Deveríamos tem 100% de cotas para políticos competentes e honestos, não para bufões políticos.

Luiz Gustavo dos Santos Chrispino 02/12/2020
15

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto negativo: Projeto ridículo e sem o menor fundamento, uma vez que a orientação sexual não impede em absolutamente nada ninguém de se candidatar a um cargo político ou de concorrer de igual para igual nas eleições.

    Lucas 12/01/2021
    0
  • Ponto negativo: O que deve ser considerado em uma pessoa ao se candidatar ao cargo de legislador é ao decoro, a ética, a probidade e a sua capacidade intelectual! A sua opção sexual não deve ser observada como critério para concorrência em cargo legislativo!

    Micheline Nuss 10/12/2020
    1
  • Ponto positivo: Nenhum ponto positivo neste projeto ridículo que estipula cotas por opção sexual e não privilegia a o decoro, a ética e a probidade para cargos legislativos.

    Micheline Nuss 10/12/2020
    1
  • Ponto negativo: Esse ideia, deixa distante nossa igualdade já que todos são iguais perante a lei.

    Fernando Marcos Santos Sales 04/12/2020
    3
  • Ponto negativo: Mais um motivo para dividir as pessoas. Gerando cada vez mais repulsa em vez de unir.

    martahelenagadelha@outlook.com 03/12/2020
    4
  • Ponto negativo: Piada, né?! Onde está a igualdade? Eles são especiais em quê para merecerem tamanho privilégio?

    Manolin Fonseca 02/12/2020
    14
  • Ponto positivo: Tudo neste país agora é cota pra isso, cota pra isto, cota pra aquilo! Não tem ninguém mais com competência pra nada???

    Jean 02/12/2020
    2
  • Ponto negativo: É cota de demais, daqui a pouco será cota para os amantes de cachorros que odeiam gatos e de amantes de gatos que odeiam cachorros. Não se podia esperar coisa melhora do nobre deputado.

    Anderson Cidade 02/12/2020
    2
  • Ponto negativo: Criação de privilégio

    Lucas Antunes Da Silva 02/12/2020
    10
  • Ponto negativo: Com uma proposta desta, cada dia mais se criam divisões no povo brasileiro, como uma pratica nefasta de parar para conquistas. Político tem de representar 100% o povo brasileiro e não nichos ou escolhas sexuais, raças, credos, etc. Cada dia mais vemos propostas absurdas vindas de políticos mal preparados. Deveríamos tem 100% de cotas para políticos competentes e honestos, não para bufões políticos.

    Luiz Gustavo dos Santos Chrispino 02/12/2020
    15
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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