Enquete do PL 5102/2020

Resultado

Resultado parcial desde 05/11/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 140 90%
Concordo na maior parte 4 3%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 8 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

A prescrição para esse crime, fomenta a sensação de impunidade e frusta a vítima que por motivos diversos, demora a denunciar.

Virginia Pigli Sampaio 04/12/2020
15

Primeiramente a MOROSIDADE do congresso em APROVAR esse Projeto de Lei que esta apensado ao PL 4667/2019, culminando numa clemência. Isto é matéria de URGÊNCIA para a nossa nação. O Projeto deveria abranger a incriminação de pais dos filhos de menores de 18 ANOS. Culturalmente esse comportamento machista de destituir a sagrada intimidade da personalidade de uma pessoa estão pode de trás do contexto cultural daquele pai que incentiva o filho adolescente a realizar o abuso com crianças menores.

Alessandra Martins Rosalino Barreto 09/12/2021
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 24 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: As pessoas erram. É direito fundamental do ser humano ter sua vida refeita. Sou advogado criminal especialista em crimes sexuais e pude perceber que a defesa se torna mais difícil com o passar do tempo ste que se torna impossível com, em média, (05) cinco anos, quiçá 20 ou 30 ou 40. Um erro da juventude nao justifica a prisão do acusado décadas depois. Além disso, milhares de mulheres ja usam sua super valorização da sua palavra como arma jurídica contra desafetos. Punir um culpado 40 anos?????

    SERGIO COUTO JUNIOR 15/06/2025
    0
  • Ponto positivo: O ano era por volta de 1986 ou 1988, eu deveria ter 8 ou 10 anos idade. O fato aconteceu logo após o almoço. Tenho a lembrança de ter sido conduzida por um homem para dentro de um quarto que ficava ao lado da cozinha da casa de minha avó paterna E foi lá, dentro desse quarto QUE O MEU PRÓPRIO "PAI" ME ABUSOU. Hoje em 2024 tive coragem de GRITAR... FIZ DENUNCIA NA DELEGACIA... MAS INFELIZMENTE O CRIME PRESCREVEU!!! COMO FAÇO PARA ENVIAR MEU RELATO PARA A ASSESSORIA DO DEPUTADO GUIDA PEIXOTO?

    LILLIAN DUARTE COSTA 15/05/2024
    0
  • Ponto positivo: gostaria que fosse aprovado,mas infelizmente nao vai ser,pois fui violentada,pelo meu irmao e so agora tomei coragem pra denuciar,isso foi a 30 anos atras ,entao se o projeto for aprovado posso denuciar.

    Elane Marcelo Barcelos 27/09/2023
    1
  • Ponto positivo: Infelizmente, a cada hora 4 mulheres são violentadas no Brasil. Que o crime de estupro torne-se imprescritível para que a justiça seja feita! Nesses casos, as vítimas, além da dor física, ficam com sequelas e traumas incuráveis. Saber que os agressores, por vezes, estão nas ruas vivendo uma vida "normal" gera ainda mais desconforto e sofrimento para a vítima. A aprovação do PL 5102/2020 deve ser prioridade dos nossos representantes políticos! Pelo fim da impunidade para o crime de estupro!

    Yarla Camarda 10/02/2023
    2
  • Ponto positivo: Denunciar no meu caso só se estupro no geral não prescreve-se. Na primeira vez consegui correr e falar e não acreditaram em mim, depois não consegui mais falar, nem acreditar escondendo de mim e algumas vezes não pude fugir e hoje fazendo terapia começo a conseguir enxergar tudo que houve e ter vontade de saber exatamente quem são, pq só sei apelidos e ter a coragem de denunciar pq agora sou adulta e decido por mim e começo ter a coragem de enxergar e sofrer pelo mal que me fizeram.

    Priscilla Emanuella Silva 12/10/2022
    1
  • Ponto negativo: Não deveria ser apenas a crianças que sofreram algum tipo de abuso até os 14 anos. Deveria ser até 18 anos

    Rafaella Henriques 26/09/2022
    0
  • Ponto positivo: Infelizmente muitos projetos como esse se empilha e acabam sendo esquecidos. Tomara que esse seja aprovado imediatamente. Estou com 40 anos e preciso ainda denunciar meu padrasto canalha que abusou de mim dos 6 aos 14 anos. Tomara que dê tempo...

    DORIEL CAVALCANTE MATOS DOS SANTOS 09/08/2022
    3
  • Ponto positivo: Só vejo pontos positivos Acabar com a cultura do estupro.

    Lorena Cornelius Teixeira 11/01/2022
    3
  • Ponto positivo: Acho que esse progeto deve ser aprovado urgerte.... Estupro,abusos,em crianças deixa traumas,marcas,seguelas para sempre. Jamais uma criança que sofreu esse tipo de violencia terá uma vida normal e feliz. Quem cometeu esse crime destrói a vida de uma criança.

    Lorena Escandiel Cornelius 10/01/2022
    4
  • Ponto negativo: Primeiramente a MOROSIDADE do congresso em APROVAR esse Projeto de Lei que esta apensado ao PL 4667/2019, culminando numa clemência. Isto é matéria de URGÊNCIA para a nossa nação. O Projeto deveria abranger a incriminação de pais dos filhos de menores de 18 ANOS. Culturalmente esse comportamento machista de destituir a sagrada intimidade da personalidade de uma pessoa estão pode de trás do contexto cultural daquele pai que incentiva o filho adolescente a realizar o abuso com crianças menores.

    Alessandra Martins Rosalino Barreto 09/12/2021
    7
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    Dispõe sobre o piso salarial do profissional Farmacêutico.

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei