Enquete do PL 5083/2020

Resultado

Resultado parcial desde 04/11/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 112 99%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

O que importa é se a pessoa é casada ou não naquele momento. Se já foi no passado e acabou, pra que continuar mantendo aquela informação? Não traz qualquer utilidade prática!

Igor Almeida 10/06/2021
29

Não concordo com tirar o estado de divorciado(a) ou viúvo(a) para efeitos de sucessão, partilha e venda de bens em geral, ficaria mais complicado do que já é. Quanto a mudança para o nome de solteiro eu concordo.

Mayra Lopes de Lima Oliveira 06/12/2020
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto positivo: Não faz sentido suar o termo divorciado, iria facilitar os órgãos no processo de atualização. Se não faz necessário alegar que se está namorando, e ao estar se declarar solteiro, porque ser divorciado seria útil na documentação?

    Ronan Santos 18/03/2024
    2
  • Ponto positivo: Estou torcendo pela aprovação pois é terrível carregar um status que você não quer, isso traz bastante sofrimento pra uma pessoa que quer viver uma nova história sem carregar o fardo de algo que deu errado. É uma vivência bastante sofrida e só sabe quem sente na pele. Se evoluímos com tantas mudanças, por que continuar agravando o sofrimento que uma pessoa divorciada sente ao carregar esse status. Torço com muito sofrimento por essa mudança.

    Sabrina Santana 27/01/2024
    2
  • Ponto positivo: Concordo plenamente com esse projeto. Seria um grande avanço! O termo "divorciado" é bastante retrógrado. Ninguém merece esse fardo, o que importa é em como o cidadão irá se sentir melhor sem carregar este peso que o estado civil "Divorciado" carrega. Além disso, o cidadão deve ter o direito de estar bem, sem esses históricos que trazem bastante constrangimento ao se apresentar para a sociedade. Vamos progredir e avançar!

    Elaine Castro 23/05/2023
    6
  • Ponto positivo: Impressionante como no mundo ocidental apenas existem pessoas casadas e solteiras… aqui como somos atrasados, provincianos e cheios de preconceitos vemos pessoas defendendo que se continue a usar o termo divorciado… uma pessoa pode ter uma união estável de 10 anos e terminar e ser solteira. Outra ficou casada 6 meses e será sempre uma pessoa divorciada carregando um termo pesado que traz uma série de julgamentos desnecessários.

    Everton Aguiar 05/12/2022
    7
  • Ponto positivo: O Brasil já está livre de um monte de bobagens como " atestado de pobreza" . Já houve época que haviam tantos atestados que alguns eram vendidos . Outros continuam sendo vendidos em áreas centrais de comercio . Muitos comprovantes solicitados na vida pública só alimenta os ganhos dos cartórios .Concordo plenamente com o P/L

    Fernando Correia 21/10/2022
    8
  • Ponto positivo: O termo divorciado (a) é um termo que carrega uma carga muito pesada, especialmente para a mulher. Imagine uma mulher que tenha sofrido por anos violência doméstica e, depois de se divorciar, tem ainda que suportar esse termo que, a todo momento, traz a memória do seu agressor.

    Gisele 11/09/2022
    10
  • Ponto positivo: Totalmente favorável, a mulher é a que mais sofre discriminação social por causa do termo divorciada.

    Wilma 30/06/2022
    11
  • Ponto positivo: Totalmente a favor!!!! Pra mim só deveria existir estes termos no estado civil: SOLTEIRO, CASADO OU VIÚVO. De resto parece que você falar "divorciado" parece que é um palavrão e outra parece tb que vc é marcado como um gado no pasto.. Aff ridículo! Odeio esta palavra aliás abomino tenho nojo!

    Cledson Rocha 16/03/2022
    13
  • Ponto positivo: O que importa é se a pessoa é casada ou não naquele momento. Se já foi no passado e acabou, pra que continuar mantendo aquela informação? Não traz qualquer utilidade prática!

    Igor Almeida 10/06/2021
    29
  • Ponto positivo: Para efeitos de partilha, sucessão e venda, nada impede desses dados estarem inseridos no sistema de registros juridico eletronico, o qual a "Justiça" pode ter acesso quando quiser, descartando a necessidade de estar num mero papel (certidão, algo público, que pode gerar desconforto, preconceito, sendo que só diz respeito ao cidadão divorciado). Aliás, o que deveria constar na certidão é se o cidadão é casado (e com quem) ou não. Se não é casado, que vantagem teria de constar ali "divorciado"?

    Moreno Bisco Marães 03/06/2021
    17
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).