Enquete do PDL 453/2020

Resultado

Resultado final desde 27/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 641 82%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 5 1%
Discordo totalmente 132 17%

O que foi dito

Pontos mais populares

O acesso á saúde é garantida constitucionalmente por meio do SUS como dever do Estado, portanto, gratuito.

Fernando Jayme 28/10/2020
26

Muitos brasileiros sobrevivem com os recursos oferecidos pelo SUS, ao privatizar o mesmo mais da metade da população não terá condições de arcar com planos de saúde ou de utilizar um hospital privatizado.

Nayara Assunção 28/10/2020
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 17 encontrados.

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  • Ponto negativo: Eles acham que aqui é estados unidos onde o salário do trabalhador da para sobreviver com dignidade país hipócrita.

    ROGERIO ALMEIDA DA SILVA 28/10/2020
    1
  • Ponto negativo: A anulação de um decreto que nem trata de privatização motivado em falsa pretensão de defender o SUS mostra quão imoral essa casa é. O Decreto original fala de estudo para parcerias, como muitas que já existem pelo país a nível estadual e municipal. Aproveitam-se da ignorância do povo, que prefere ouvir a mídia do que ler e buscar a informação verdadeira.

    Meire Araújo Beserra 28/10/2020
    1
  • Ponto negativo: O ponto negativo aqui vai para o projeto que visa impedir a privatização, o povo está achando que o capitalismo é o sistema com maior anseio de lucro, não, o maior e mais cruel sistema de lucro as custas dos mais pobres é o aglomerado de políticos corruptos que a custa de muito sangue vem desviando o dinheiro da saúde, a precarização ja existe, o pobre ja morre pela ineficácia do sistema, a privatização é uma luz no fim do tunel para acabar com o esquema de desvios e o PT como sempre é contra.

    Gabriel Lucas 28/10/2020
    1
  • Ponto negativo: A questão do sus privatizado é uma afronta a população do nosso país subdesenvolvido é uma covardia contra o povo vulnerável com a instabilidade preocupante agora agravada pela pandemia a desculpa que faltava para por em pratica o plano maléfico dos interesses do mercado financeiro em que só visam apenas o lucro particular de suas empresas e não tem o interesse e o compromisso social de desenvolvimento humano e de brasil em si ou seja apenas querem ganhar dinheiro fácil nas privatizações.

    Denny Azevedo Farias 28/10/2020
    3
  • Ponto positivo: Não vejo motivos cabiveis para a privativação do SUS, eles querem retirar uma responsabilidade das mãos, procurando maneiras mais práticas. Deviam na verdade investir mais verbas, para assim haver melhores instrumentos de trabalho para os medicos, investir em uma saude realmente melhor, deve preocupar com os hospitais, UPA, UBS etc que estão com obras paradas. Mas o quê eles realmente querem é simplificar as coisas. Jair Messias Bolsonaro, você é um presidente incompetente!

    Marcia Alves 28/10/2020
    1
  • Ponto positivo: SUS é a única opção para os menos favorecidos.

    Erika Bortolato 28/10/2020
    9
  • Ponto positivo: Salário Defasado Alimento Caro Sem Geração de Emprego e Renda Perdemos Direitos Previdenciários Trabalhista Perdemos Lucro das Empresas Estatais com Privatizações e Agora o SUS é a Gota D'água que Também ''Privatizaram'' um Presidente Atual que não Governa para o Povo ou População Brasileira ou para a Nossa Nação Governa para a Elite Mundial Banqueiros e Empresas Estrangeiras que tem o Interesse em Lucrar a Custa da Miséria e Sofrimento dos Brasileiros Através das PRIVATIZAÇÕES DAS NAÇÕES...

    Denny Azevedo Farias 28/10/2020
    4
  • Ponto positivo: É dever do Estado cuidar da saúde, não podemos simplesmente tirar o direito de toda a nossa população, somos um pais subdesenvolvido, onde uma grande parte da população é pobre, e essas pessoas precisam poder cuidar da saúde, se privatizar essas pessoas não poderão ter acesso a esse direito básico. Imagina só quantas pessoas vão morrer , só porque não pode pagar um hospital.

    kelly Guimarães 28/10/2020
    4
  • Ponto negativo: Não trás benefício a população. Só vai piorar a situação

    Alessandra De Araújo 28/10/2020
    3
  • Ponto positivo: Eu discordo pq estou aqui na luta a 5 anos esperando um cirurgião me avaliar pelo SUS e ainda nao saiu quando será que vai saír quando eu morrer e ?

    Vitoria Regia 28/10/2020
    0

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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 1027/2025

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  4. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição