Enquete do PL 5040/2020

Resultado

Resultado final desde 27/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 81 4%
Concordo na maior parte 4 0%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 9 0%
Discordo totalmente 2.136 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

Quem tomar vacina sem comprovação científica, correrá o risco de ter reações diversas e estas reações,que poderão ser fatais.Um processo poderá ser ajuizado contra o Estado,Município ou União,para que estes Entes Federativos custeiem o tratamento. Procurem se informar bem antes de decidir a tomar a vacina!

Luciana Hipolito Marinho 25/01/2021
151

Autoritarismo e perseguição! Respeitem a liberdade de consciência expressa claramente na Constituição, respeitem!

Jefferson Leandro 04/06/2021
238

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 443 encontrados.

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  • Ponto negativo: Manobra para coerção. Projeto totalmente inconstitucional.Desde de quando esses senhores estão preocupados com a saúde da população??? O povo morrendo na fila do sus e querendo obrigar vacinação? Façam projetos úteis para melhorar a qualidade de vida do povo. Já acabou a pandemia. Já deu esse assunto.

    Cleide Duarte 29/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Se essa lei absurda for aprovada, comecem exigindo que todos os políticos comprovem sua vacinação.

    Samantha Vieira 26/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Fere, de morte, princípios basilares: o direito a vida, a liberdade, etc. Além de ser imoral a ausência de dados e informes sobre quem(ns) será(ão) responsabilizado(s) por danos oriundo pós vacinação, que - incrível que no século XXI - NÃO, repito: NÃO apresenta os dados de eficácia, eficiência, efeitos ou reações adversas. Será vossa Exc.? Alguém elaborou a ideia "vacina", meio a uma pandemia, que surgiu da noite para as primeiras horas da manhã e tentam vende-la a todo custo como agora se vê

    Christian batista dos santos 08/07/2022
    1
  • Ponto negativo: Me vacinei por escolha própria, e não há ser vivente que me convença a querer obrigar outros a tomarem decisões mediante multa ou coerção. Meu corpo, minhas regras. Contra a individualidade de cada um, em nome do "bem comum", querem impor regras que violam os direitos de cada indivíduo sobre si mesmos. Vacinei porque eu escolhi vacinar. Quem escolher não vacinar tem todo o direito. Se precavendo normalmente, alcool gel, máscaras, lavando bem as mãos, não é justo punir por escolhas diferentes.

    Julia Campos Ribeiro 24/01/2022
    3
  • Ponto positivo: Vai aumentar a arrecadação com mais multas

    Tony Serra 18/01/2022
    0
  • Ponto negativo: Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; Passa porte, isso é uma piada sem tamanho, mostrei ai que pela constituição não somos obrigado, temos livre arbítrio eles querem nos controlar?

    Matheus de Oliveira Fantinato 18/01/2022
    4
  • Ponto positivo: Parabéns pelo projeto, estamos falando de saúde pública, e todos nós somos responsáveis por cuidar de cada um. Esse genocídio só distribuí ÓDIO e Confirmações. 2022 chegou e AS URNAS VAI DIZER QUEM ESTÁ CORRETO E QUEM É O VERDADEIRO LADRÃO.

    Ismael Firmo de Paiva Filho 08/01/2022
    1
  • Ponto negativo: Fomos feitos de palhaço com as promessas de imunização 100% para casos graves e óbitos, que 01 ou 02 doses bastariam, que não havia o que se falar em 03 dose, e agora já querem 4ª..5ª...Onde está o fato de não saberem nada sobre a eficácia dessas vacinas e que estão colocando a vida das pessoas em risco. Se o intuito é uma vacina para salvar vidas, pelo visto somente migrou o problema para infartos, mal súbito, embolias e etc. Até quando vão continuar insistindo em algo que está fazendo mal???

    Fernanda CBorba 10/12/2021
    5
  • Ponto positivo: Não me vacinei e nem vou me vacina pq eu nao vou colocar minha saude em risco pq agora ela pode ate não da nehuma reações mais depois sim eu tenho meus direitos de um cidadão eu sei que tem muitos que não toma essa vacina e isso pode ocasionar uma grande confusão no mundo todo mais esses políticos tem que respeitar nossos direitos se nao vamos todos pras ruas pra tirar os direitos deles de ser político pq ja que nos não tem direito eles tambem não

    Maria Fontenele 08/12/2021
    5
  • Ponto negativo: Matéria totalmente inconstitucional fere os direitos e garantias individuais e sem assumir a responsabilidade por parte do Estado sobre as consequências e efeitos advindos da inoculação de vacinas experimentais

    Ana Cristina Rodrigues 05/12/2021
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).