Enquete do PL 5035/2020

Resultado

Resultado final desde 27/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2 4%
Concordo na maior parte 3 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 61 91%

O que foi dito

Pontos mais populares

Excelente proposta! É a família, como seja ela, que é o primeiro campo social para a saúde do bebê e da criança.

Patricia 04/11/2020
0

Um enfoque mais positivo do que abordar a violência, poderia ser a inclusão do ensino de competências relacionadas às emoções e aos valores positivos: empatia, compaixão, tolerância, respeito, igualdade...

Marielle 04/11/2020
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: É um absurdo o que fazem contra homens. Acerca de qualquer assunto a que valha a discussão sobre violência doméstica, pressupõe-se que o homem é o culpado, por ser "fisicamente mais forte". Esse pensamento é ultrapassado e imoral. Atualizem-se! A maioria do eleitorado é feminino e, por causa disso, vocês estão propondo e passando essas propostas populistas!

    Lucas Silva 07/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Deveriam criar uma disciplina de educação emocional. Propor uma matéria com foco tão especifico seria insuficiente, o estudante brasileiro apresenta vários tipos de problemas emocionais e de aprendizagem que vão muito além do foco dessa disciplina.

    Fabio Augusto 25/05/2021
    1
  • Ponto negativo: Esse estado jurídico, virou um quartel pensionista, que visa lesar os homens brasileiros, aplicando-os golpe de estelionato, difamação e calúnia.

    Jorge Vinícius de oliveira 24/05/2021
    1
  • Ponto negativo: Essa lei da margem para falsas denúncias.

    Edigar de Souza Moulaz 23/05/2021
    1
  • Ponto negativo: As crianças não devem ser aterrorizadas,com este tipo de conteúdo,se ao menos tivesse um ensino público que prestasse,em vês de ensinar vão ficar doutrinando crianças,contra o homem de bem,pois não é todo homem que e acressor como prega o feminismo.

    Fabio Firmino 22/05/2021
    0
  • Ponto negativo: não se deve passar um projeto de lei sexista como esse !!!

    Goblin Mgtow 22/05/2021
    0
  • Ponto negativo: Um enfoque mais positivo do que abordar a violência, poderia ser a inclusão do ensino de competências relacionadas às emoções e aos valores positivos: empatia, compaixão, tolerância, respeito, igualdade...

    Marielle 04/11/2020
    2
  • Ponto negativo: A violência entre casais atinge também as relações dos casais com os filhos e, daí, a violência desses filhos nas relações sociais deles com outras crianças e adultos. A violência é uma precariedade de falta de competência interpessoal para lidarmos com nossas relações e um fator primordial é a educação emocional para todo(a)s poderem perceber o que o corpo gerou emoções, pois elas são sistemas de informação e defesa da pessoa. E a partir das emoções, verbalizarmos sem violência.

    Patricia 04/11/2020
    1
  • Ponto negativo: Ampliar para incluir desde a Educação Infantil, não apenas no Ensino Fundamental e Médio, para ensinar as crianças a Educação Emocional para que possam saber identificar e expressar suas emoções e, daí, poderem agir e verbalizar (do jeito delas) o que está certo e o que não está certo em todos os tipos de violência doméstica (das físicas e sexuais até as mais sutis de negligência em cuidados e emocional).

    Patricia 04/11/2020
    1
  • Ponto positivo: Excelente proposta! É a família, como seja ela, que é o primeiro campo social para a saúde do bebê e da criança.

    Patricia 04/11/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei