Enquete do PL 5011/2020

Resultado

Resultado parcial desde 23/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 26 34%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 10 13%
Discordo totalmente 40 52%

O que foi dito

Pontos mais populares

A economia de gastos com pessoal (66,67%, com cada aluno); o fim da malandragem em se optar pela carreira militar e, tão logo se formar, pedir baixa, escorado em Mandado de Segurança para não indenizar a União com os custos de sua formação. Os recursos economizados poderiam ser empregados em melhorias na própria instituição, em prol dos alunos.

Alexandre Esteves da Silva 26/11/2020
6

Texto muito mal escrito, com inconsistências, por exemplo, inciso II do Art. 10, que inclui no QOENG o militar formado no ITA, porém, o ITA recebe Oficiais Aviadores que devem continuar no mesmo Quadro, a despeito da graduação em engenharia. Poderia se mirar no modelo do IME.

Fernando T Sakane 22/11/2020
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto negativo: Desestimula o ingresso ao pagar ajuda de custo de aluno da EPCAR às mentes brilhantes do ITA, por pura obscurescência do então PR, com essa falácia de que cursam é depois saem, como se não houvesse uma multa altíssima para tanto. Os citados mandados de segurança estão caindo por terra, a indenização continua valendo, o que ocorre são algumas decisões em que o pleiteante é desobrigado a continuar servindo como oficial, continuando com a dívida. Não existe vantagem nisso. Parem esse PL!

    WAGNER MIRANDA DA SILVA 09/10/2024
    0
  • Ponto negativo: Querem impedir que candidatos com problemas de saúde ingressem no Intituto. Querem acabar com o aspiralato. Querem que Alunos de Engenharia, se formando Oficial, por CINCO ANOS estudando e trabalhando recebam tanto quanto um recruta. E no fim o que ganham? Muito provavelmente sem opção, serão OBRIGADOS a trabalhar onde e como mandarem, mesmo se não quiserem! Nem os Alunos a Oficial da PM passam são submetidos a esse absurdo! Não negociemos nossa liberdade. ISSO É UM COMPLETO RETROCESSO!

    Jeremias Silva 21/09/2021
    0
  • Ponto negativo: Pessoal, para quem não entendeu a politicagem do projeto: eles querem sim acabar com o aspirantado, mas TAMBÉM querem impedir alunos CIVIS reprovados no exame de saúde do CPOR (obrigatório no 1o ano) de cursar o ITA — o que é um completo ABSURDO. Votar a favor é impedir mentes brilhantes com problemas de saúde de se desenvolverem no ITA por não “conseguirem” cursar o CPOR por 1 ano, que nada acrescenta na formação acadêmica. Não caiam na politicagem da emenda: pensem nos civis e na perda do ITA

    Matheus 24/06/2021
    3
  • Ponto negativo: Essa PL barra alunos civis com condicoes de saude de entrar no ITA

    Eduardo Moura Zindani 24/06/2021
    2
  • Ponto negativo: É incompatível e não faz o menor sentido o exame médico passar a ser avaliação obrigatória normatizado em lei para alunos que não são optantes pela carreira militar (portanto, civis). Esse ponto deve ser retirado do PL.

    Danilo José Franzim Miranda 24/06/2021
    2
  • Ponto negativo: SE É ASSIM A PESSOA QUE REALMENTE QUER A CARREIRA MILITAR NÃO TEM POR QUE ESCOLHER O ITA, SE TEM A AFA NÉ? O ITA É UM DOS MAIS DIFICEIS CONCURSOS POR ALGUM MOTIVO, TEM QUE TER A DEVIDA RECOMPENSA, E SE A ÚNICA COISA QUE DESEJAM É EVITAR AS PESSOAS QUE ENTRAM SÓ POR DINHEIRO E DEPOIS SAEM, SERIA MUITO MELHOR, AUMENTAR A MULTA NA QUANTIA EM QUE O ALUNO RECEBEU DURANTE OS 3 ANOS, ALÉM DE PREVINIR MUITO MAIS A SAÍDA, ESSE DINHEIRO DA MULTA, PODE SERVIR DE SOLDO PARA OUTRO ALUNO DO ITA EM OUTRO ANO.

    rhyan rangel 18/06/2021
    3
  • Ponto positivo: REALMENTE DIMINUIRÁ O "PREJUISO" QUE DE CERTA FORMA É OBTIDO QUANDO ALGUEM ENTRA SOMENTE PELO DINHEIRO.

    rhyan rangel 18/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Com a opção do candidato pela carteira militar já na inscrição para o vestibular a Instituição fica melhor assegurada quanto a questões judiciais pós formação. Porém, acredito que a mudança nos vencimentos partir do 3° ano do curso poderá causar menor interesse pela opção à carreira militar. Quanto às despesas com esses salários de Asp Of, são muito pequenas comparadas ao orçamento da União para as FFAA, por se tratarem de, em média, 25 ingressantes no concurso.

    Ricardo Peres Castellano 17/06/2021
    3
  • Ponto positivo: Excelente Projeto de Lei! Ele vai moralizar a injusta situação com o povo brasileiro. Hj um aspirante do ITA ganha R$ 8.000,00 e com este PL ele será equiparado com o cadete da AFA, AMAN, EN, IME com salário aprox. R$ 1.250,00 e manter hospedagem, alimentação, estudo, assistência médica gratuita. O comentário negativo do Sr Sakane não procede, pois entre os incisos que ele mencionou há um "e", ou seja, um oficial AV JAMAIS será do QOENG, pois o Estágio citado no PL é exclusivo do aluno do ITA.

    GILBERTO DA CUNHA 26/11/2020
    5
  • Ponto positivo: A economia de gastos com pessoal (66,67%, com cada aluno); o fim da malandragem em se optar pela carreira militar e, tão logo se formar, pedir baixa, escorado em Mandado de Segurança para não indenizar a União com os custos de sua formação. Os recursos economizados poderiam ser empregados em melhorias na própria instituição, em prol dos alunos.

    Alexandre Esteves da Silva 26/11/2020
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.