Enquete do PL 5008/2020

Resultado

Resultado parcial desde 23/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 522 45%
Concordo na maior parte 10 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 20 2%
Discordo totalmente 601 52%

O que foi dito

Pontos mais populares

Apoiar essa excrescência é sujar as mãos com o sangue dos inocentes, crianças, meninas, meninos e mulheres, que serão estupradas nos banheiros e demais locais por ele abrangidos, com a conivência de um Estado que traz o terror sob o disfarce de direitos individuais.

Jairo Auerbach 04/11/2020
39

Não há proteção contra criminosos e pedófilos que fingirão ter identidade diversa para cometer seus crimes. Melhor seria um banheiro separado. A população não foi ouvida. Esse projeto nasce morto.

Carlos Henrique de Mello Rossi 05/11/2020
57

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 107 encontrados.

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  • Ponto positivo: Creio que para acabar com as brigas , é necessário criar uma lei que obrigue os comércios públicos e privados a terem um banheiro pra as mulheres trans, e outros para os homens trans e deixar os banheiros comuns para homem e mulher separados como devem ser. Porque se uma menina se veste de menino é perigoso ela ir em wc de homem e vive versa.

    cléo 09/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Mulheres e Crianças precisam de segurança e conforto, os estupradores são portadores de penis, por isso banheiro, saunas, vestiarios tem que ser divididos por SEXO.

    Moska Da Sopa 15/02/2023
    2
  • Ponto positivo: Que seja feito um 3o banheiro exclusivo para pessoas trans.

    Marilyn Mycasa 28/01/2023
    1
  • Ponto negativo: São apenas dois tipos de GÊNEROS: Masculino e Feminino. Opções sexuais são milhares. Sendo assim, banheiro masculino é para quem que tem cromossomos XY. Isso fere o direito de mulheres e crianças à segurança. Pessoas do sexo masculino devem utilizar banheiros e vestiários vinculados ao seu sexo. Permitir a entrada de pessoas com órgão sexual masculino em espaços femininos expõe mulheres e crianças ao constante risco de abuso sexual.

    Gabriella Gonzalez 03/01/2023
    1
  • Ponto negativo: Acredito que o núcleo principal do texto seja a ideia de acabar o preconceito, visto que alguns se identificam ser de sexo oposto cria-se um terceiro banheiro para estes, pois vejo como um grande e perigoso problema a ideia de dividir um mesmo banheiro entre pessoas de sexo diferente pelo fato de abrir caminhos para pessoas más intencionadas, o que já ocorre muito, mesmo tendo este tipo de diferenciação nos banheiros.

    Carlos Henrique Santos Reis 31/10/2022
    1
  • Ponto negativo: A defesa do "transativismo" por partidos supostamente de "esquerda" é puro redwashing. É um lobby que reforça o consumismo pseudo-revolucionário, o chamado "capitalismo do bem", garantindo rios de $ para a indústria farmacêutica, de cirurgias estéticas, de moda, mídia, redes sociais, etc etc. Além da famigerada misoginia e homofobia de seus defensores mais ferrenhos.

    Alexandra Hresvelg 18/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Beneficia a comunidade LGBT+ em detrimento da comunidade heterossexual !!!!!???? criem um banheiro para LGBT+

    Rosangela Baccelli 18/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Este projeto de lei se preocupa mais em validar identidade de gênero de machos do que segurança de mulheres e crianças. Já não basta todos os dias termos notícias de estupros, pedofilia e feminicídio. Surreal!!!

    Fabricia Lenharo 14/10/2022
    2
  • Ponto negativo: Não concordo, pois coloca a segurança de mulheres e crianças em risco. O banheiro feminino é um direito das mulheres. A solução é simples, façam um terceiro banheiro. As mulheres merecem ter seus espaços preservados.

    CINTHYA NAYARA MACEDO QUADROS 04/10/2022
    4
  • Ponto positivo: Sou a favor da implantação de um terceiro banheiro. Mas não a questão de identificação. Pois aumentará casos de pessoas estrupada. Violentadas nos banheiros. Precisa-se corrigir o texto em questão. Um bom senso para isso. Pois a ideia da implantação de um banheiro. Favorecerá no bom convívio.

    Arianatk Araujo 03/10/2022
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.