Enquete do PL 4992/2020

Resultado

Resultado final desde 21/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 6 5%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 2 2%
Discordo totalmente 102 92%

O que foi dito

Pontos mais populares

Grupo de risco prioritário.

O Próprio 25/10/2020
1

Totalmente desnecessário!!! Vai contra o art. 15 do Código Civil!

Ronaldo Nascimento 22/10/2020
14

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

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  • Ponto positivo: Qualquer pessoa que tentar tirar meu direito de ir e vir eu terei o prazer de tirar o dela :D

    Yan Alexandre Vello 18/05/2021
    0
  • Ponto negativo: Mais uma lei inútil da esquerda. Obrigar o cidadão a tomar uma vacina cuja a eficácia é ridícula e os malefícios são maiores que os benefícios, é uma maneira de impor a agenda da Nova Ordem Mundial e atingir o objetivo/mandamentos das Pedras da Geórgia, onde diz "manter a humanidade abaixo de 500 milhões". Ou seja, matar os mais fracos e velhos com doses altíssimas do virus covid e deixar os jovens inférteis.

    Eduardo Souza 25/02/2021
    5
  • Ponto negativo: O período e a quantidade de testes para aferição de possíveis efeitos colaterais são pequenos e a obrigatoriedade viola os direitos individuais.

    DAVID BATISTA ARAUJO 18/01/2021
    2
  • Ponto negativo: A obrigatoriedade da vacina só mostra o quão grande é o desrespeito com a população, forçar a tomar a vacina é declarar que ela não é segura, tem que ser testada em voluntários e depois mostrar a população que é segura e ninguém ser violado/obrigado, aí sim, a população tomará satisfeita.

    Onácio Nunes de Santana 28/12/2020
    4
  • Ponto negativo: Se a vacina realmente é eficaz não haverá risco de vida aos vacinados, então qual o interesse em obrigar a toda população? Muitas coisas estão obscuras...qual a fórmula de cada vacina? Quem poderá ser processado se houver dano colateral?

    Adriana P. S. Santos 21/12/2020
    4
  • Ponto negativo: É um absurdo, essa vacina obrigatória, essas restrições por não se vacinar, a lei que o Excelentíssimo Presidente deveria ser revogada o quanto antes, pois muitos inocentes vão sofrer, muitos vão morrer, vão ficar com sequelas pelo resto da vida

    Darciane Vieira 21/12/2020
    3
  • Ponto positivo: Os direitos individuais acabam quando as escolhas das pessoas podem interferir na coletividade, tomar vacina é uma escolha apenas para quem tem problemas imunológicos crônicos que impeçam a vacinação. 99,99% da população brasileira não se encontra nesse hall de problemas de saúde que os impedem de serem vacinados. Se existe uma parcela que não deseja ser vacinada, essa parcela deve ser responsabilizada e punida administrativamente e civilmente por colocar outras pessoas em risco.

    Marcelo Teixeira 17/12/2020
    1
  • Ponto negativo: A própria OMS descarta a obrigatoriedade de vacinação. Além do mais cada um tem o direito de definir se quer se arriscar com uma vacina que teve tão pouco tempo para ser testada. É sabido por todos que todo medicamento leva anos para ser aprovado.

    Andre Gois 16/12/2020
    3
  • Ponto negativo: Abuso propor a obrigatoriedade de uma vacina que sequer está cientificamente comprovada. A comprovação da eficácia de uma vacina precisa de anos de estudo, não vou me sujeitar a um produto de eficácia duvidosa. O governo irá se responsabilizar por algum dano causado por efeitos colaterais adversos?

    Liz Gonçalves 15/12/2020
    6
  • Ponto negativo: Qual é o interesse obscuro de quem propõe tal medida, se a própria OMS descarta a vacinação obrigatória contra a COVID-19?

    Emerson Parolin 08/12/2020
    5

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 635/2021

    O Projeto de Lei 635/21 determina que o 13º salário, ou gratificação natalina, será isento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e da contribuição previdenciária. O texto está em análise na Câmara dos Deputados O 13º salário é um direito trabalhista garantido pela Constituição (art. 7º, inciso VIII). “O mandamento constitucional tem por objetivo proporcionar a percepção da chamada gratificação natalina de forma integral, sem tributação ou descontos”, afirma o autor da proposta, deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA). Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. INC 1091/2026

    Sugere à Senhora Miriam Belchior, Ministra de Estado Chefeda Casa Civil da Presidência da República, o envio de Projeto de Lei quedispõe sobre a reestruturação das carreiras e os critérios de promoção por ressarcimento de preterição para militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos do Comando da Aeronáutica, que foram transferidos para a reservaremunerada por idade limite no serviçoativo, adequando seus tempos de permanência aos novos marcos estabelecidos pela Lei nº 13.954/2019.

  6. PL 1469/2020

    O Projeto de Lei 1469/20 estabelece idade máxima para o ingresso na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros Militar, de 35 anos para os quadros de oficiais e de praças; e de 40 anos para os quadros de oficiais médicos, de saúde ou de outras especializações. A proposta em tramitação na Câmara dos Deputados insere o dispositivo na Lei de Reorganização da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (Decreto-Lei 667/69). O autor da proposta, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), explica que hoje não há padronização. “Nos editais de concursos públicos de muitos estados, verifica-se idade-limite fixada em critérios desarrazoados, desproporcionais e distantes da realidade da expectativa de vida dos brasileiros”, afirma. “Em décadas passadas, era razoável fixar idade-limite em torno de 20 anos para ingressar nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiros Militares. Nos dias atuais, tal medida revela-se totalmente anacrônica e, em última análise, inconstitucional”, alerta. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei