Enquete do PL 4990/2020

Resultado

Resultado final desde 21/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 9 23%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 8 20%
Discordo totalmente 22 55%

O que foi dito

Pontos mais populares

Meu filho é surdo TOTAL De nascença (SURDO PROFUNDO BILATERAL). Usuário de dois implantes Cocleares desde 11 meses de idade. Totalmente ORALIZADO como muitos surdos neste País. Sua Língua materna o PORTUGUÊS. Tem 12 anos de idade e já sabe opinar não precisa de intermediários sobre suas ESCOLHAS! Aliás FENEIS nunca representou os "SURDOS E DEFICIENTES AUDITIVOS ORALIZADOS" DESDE PAÍS. QUEM NOS REPRESENTA É A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS SURDOS ORALIZADOS - ANASO, APASOD, ADEIPA E AMADA .

Geraldine Oliveira 10/11/2020
2

O projeto é utópico pois vê todos os surdos sem distinção de diversidade, alem de avaliar mal a inserção do surdo sinalizado, depois que ele sair do ambiente escolar. Ele vai precisar de dois intérpretes o tempo todo se quiser se comunicar com os ouvintes.

Felizardo da Costa Eslab?o 10/11/2020
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto positivo: Eu acho ótimo esse projeto pois eu sou deficiente auditiva e uso aparelho auditivo e sofri muito na escola pois esta achava que eu tinha que usar Libras além de se recusarem/não saberem me dar o suporte adequado para que eu tivesse o ensino ideal.

    aline 12/07/2021
    0
  • Ponto positivo: Nós somos uma família surda, optamos pelo IC na nossa filha para buscar qualidade de vida e não queremos que ela conviva com o preconceito na sociedade. Temos diferentes competências e habilidades aqui em casa. Pelo fato de termos oportunizado o IC à ela, as portas do mundo globalizado são outras! Eu sempre defendi a inclusão de todos recursos de acessibilidade disponíveis em qualquer publicação. Se já chegar na CD com o termo de surdo sinalizante já é meio caminho andado!

    Erika Sim Fer 26/05/2021
    1
  • Ponto negativo: Somos a associação que representa os surdos oralizados/pessoas com deficiência auditiva que usam ou não aparelhos auditivos e maioria não utiliza a Libras e sim a Língua Portuguesa como forma de comunicação e expressão. Os dirigentes do nosso País, antes de idealizarem PLs, precisam se informar melhor a cerca da grande diversidade dentro da surdez que existe.

    Associação Nacional dos Surdos Oralizados 13/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Sou deficiente auditiva de nascença. Oralizada.sou usuária de implante coclear unilateral e nao sou usuária de libras.Minha língua maternal é português.Nao sou contra libras.mas e necessário politicas de acessibilidade e inclusão do surdo oralizados. Pois sem proteses sonos totalmente surdos.

    Adriani Spielmann 25/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Gostaria de saber quando teremos um projeto de lei que leve em consideração a diversidade da comunidade surda! Como ficam os surdos oralizados e usuários de Implante coclear???

    Barbara Soares 16/11/2020
    0
  • Ponto negativo: O projeto é utópico pois vê todos os surdos sem distinção de diversidade, alem de avaliar mal a inserção do surdo sinalizado, depois que ele sair do ambiente escolar. Ele vai precisar de dois intérpretes o tempo todo se quiser se comunicar com os ouvintes.

    Felizardo da Costa Eslab?o 10/11/2020
    1
  • Ponto positivo: Meu filho é surdo TOTAL De nascença (SURDO PROFUNDO BILATERAL). Usuário de dois implantes Cocleares desde 11 meses de idade. Totalmente ORALIZADO como muitos surdos neste País. Sua Língua materna o PORTUGUÊS. Tem 12 anos de idade e já sabe opinar não precisa de intermediários sobre suas ESCOLHAS! Aliás FENEIS nunca representou os "SURDOS E DEFICIENTES AUDITIVOS ORALIZADOS" DESDE PAÍS. QUEM NOS REPRESENTA É A ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS SURDOS ORALIZADOS - ANASO, APASOD, ADEIPA E AMADA .

    Geraldine Oliveira 10/11/2020
    2
  • Ponto positivo: Minha esposa é surda e nos preferimos que surdos sejam realizados e façam leitura labial

    Renato ZamoraFlores 06/11/2020
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. INC 515/2026

    Requer o envio de indicação à Ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para que promova a convocação dos candidatos excedentes aprovados para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho (AFT) no Concurso Nacional Unificado 1 (CNP1), e também para convocação dos aprovados nos cargos de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD), e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS) no Concurso Público Unificado 2 (CNP2).