Enquete do PL 4979/2020

Resultado

Resultado parcial desde 20/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 61%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 7 39%

O que foi dito

Pontos mais populares

Eu como bom cidadão nunca matei nem roubei nem estrupei ,trabalho desde os 11 anos hj com 18 habilitado desempregado comprei uma permissão que não posso nem passar pro meu nome não posso trabalhar e essa PL vai me possibilitar isso preciso muito trabalhar Deus seja louvado

Francisco Cardona 04/08/2021
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se uma habilitação só pode ser tirada aos 18 e ela é provisória por um ano, como pode um jovem de 18 anos com habilitação provisória já inserir EAR e condumoto em seu registro. Isso é absolutamente discrepante.

Daniel Paiva 15/07/2021
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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

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  • Ponto positivo: Acredito que 1 ano de vivência no trânsito é suficiente, tenho 20 anos e não posso levar o pão para casa por conta dessa lei, é cada dia mais complicado trabalhar no Brasil, a maioria dos votos negativos são dos mototaxistas que se veem oprimidos pelos aplicativos.

    Alexandre Lima 29/03/2023
    1
  • Ponto negativo: É como entregar um porte de arma a uma pessoa sem prática alguma em tiro. A profissão é extremamente arriscada e exige perícia e vivência de trânsito e ainda sim vemos pessoas com muitos anos de carteira morrendo todos os dias. A excessão são os Moto-Fretistas regularizados os quais tem muita vivência e experiência suficientes para entender as armadilhas do trânsito. Os jovens de 18 anos precisam de outras formas de aprendizado até para ter noção do quanto é arriscado a vida sobre 2 rodas.

    Luiz Fernando de Oliveira Carvalho 14/07/2022
    0
  • Ponto negativo: A Lei 12009/09 deveria sim ser cumprida para garantir a segurança dos profissionais Motofretistas e mototaxistas, fui Motofretista desde 2009, e luto por essa categoria desde 2017 e apesar do parecer dizer que está em consonância com decisão do STF tem que ser observado que não decisão diz: "exceto em atividades com potencial lesivo". Sabemos que essa tentativa de criar uma nova categoria e blindar as "plataformas de tecnologia" é um lobby das empresas de aplicativos em detrimento da categoria.

    Marcelo Marques Maqsports 31/05/2022
    1
  • Ponto positivo: Na situação de crise em que estamos todo fator gerador de emprego e legalidade é válido, só esqueceram de incluir que a moto poderá ser usado tanto para frete quanto para moto táxi ou como particular, são poucos os que tem condições de ter duas motos, uma dedicada ao trabalho por que a legislação não permite por que está escrito em um papelzinho que ela é de carga, isso coloca os trabalhadores dessa área refém do medo de ser rebocado por ter um momento de lazer com sua família.

    Rafael Soares 21/01/2022
    1
  • Ponto positivo: Eu como bom cidadão nunca matei nem roubei nem estrupei ,trabalho desde os 11 anos hj com 18 habilitado desempregado comprei uma permissão que não posso nem passar pro meu nome não posso trabalhar e essa PL vai me possibilitar isso preciso muito trabalhar Deus seja louvado

    Francisco Cardona 04/08/2021
    2
  • Ponto negativo: se uma habilitação só pode ser tirada aos 18 e ela é provisória por um ano, como pode um jovem de 18 anos com habilitação provisória já inserir EAR e condumoto em seu registro. Isso é absolutamente discrepante.

    Daniel Paiva 15/07/2021
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei