Enquete do PL 4966/2020

Resultado

Resultado final desde 20/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 565 91%
Concordo na maior parte 5 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 52 8%

O que foi dito

Pontos mais populares

Todas as vacinas são assim, toma quem quer

Tânia Ba 21/10/2020
29

Tira a chance de ditadorezinhos implantarem suas ditaduras estaduais e municipais.

Jairo Auerbach 23/10/2020
18

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 65 encontrados.

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  • Ponto positivo: Ninguém e obrigado a nada nao tentem atropelar os direitos de cidadoes que pagam seus impostos vcs querem se servi a si mesmos por causa de vachinas e tbm quem garante que isso nao seje para redução populacional muita gente morrendo por causa de vachina

    Fabinho Silva 05/04/2022
    0
  • Ponto positivo: Espero que logo seja aprovado!!!!!!!!!!! Não quero ser obrigada a ser usada como instrumento para experimentos, já que tanto os que estão vacinados quanto os que não estão, pegam e transmitem, ainda não vi a lógica da obrigatoriedade da vacinação. Já estou imunizada pelo vírus ( 2 vezes ). Mas quanto mais vacinas, mais dinheiro rolando.... NUNCA vi, em tão pouco tempo já estão na 4° dose.... que é issoooooooooo minha gente, será que ninguém está vendo esse ABSURDO... SOCORRO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Thiane Feitoza 21/01/2022
    1
  • Ponto positivo: Toda pessoa deve ser livre para escolher o que vai ou não colocar dentro do seu corpo. O corpo não pertence a sociedade ou ao Estado, mas ao ser consciente que o habita. Lembrem-se do que os nazistas fizeram aos judeus quando os submeteram a experiências médicas. Lembre-se do código de Nuremberg.

    Andson Gomes 18/01/2022
    2
  • Ponto positivo: Acho a iniciativa da PL de não OBRIGAR o cidadão a se vacinar corretíssima, pois trata-se de uma vacina experimental que os resultados estamos vendo, muitas pessoas tendo reações adversas gravíssimas, não esta impedindo de quem estar imunizado a não pegar o vírus e ainda mesmo os vacinados estão transmitindo então não estamos vendo uma bons resultados. Outra as vacinas que já temos e tem bons resultados eu nunca vi um deputado entrar com uma ação para ser obrigado as mães vacinarem seus filho.

    Daiane Cristina Garcia da Silva 18/01/2022
    1
  • Ponto positivo: Não concordo que uma vacina experimental deva ser obrigatória a partir do momento que não se conhece e não se tem dados suficientes sobre as reações e consequências a longo prazo, não se deve expor a população a tão grande risco, as consequências podem ser desastrosas e.se isso acontecer eu quero ver quem irá se responsabilizar, me parece que já esqueceram das consequências da talidomida?

    PAULO R F MAIA 04/01/2022
    2
  • Ponto positivo: Excelente iniciativa, a vacinação deve ser de livre escolha.

    Greice Kelly 03/11/2021
    1
  • Ponto positivo: Milhares estão morrendo e milhões tendo reações adversas gravíssimas com resultado dessas inoculações experimentais da Nova ORdem Mundial, que objetivam reduzir a população do planeta e controlar remotamente o restante que sobreviver, pois o óxido de grafeno é condutor de eletromagnetismo. Os responsáveis diretos e indiretos por esse genocídio deverão ser submetidos a trivunal militar.

    Monica 27/09/2021
    2
  • Ponto positivo: Excelente proposta Deputados. Espero que seja aprovada em caráter de urgência pois, a obrigatoriedade dessa vacinação e o tal passaporte sanitário são ABSURDOS e AVANÇOS DITATORIAIS contra nossas liberdades individuais protegidas pela nossa Constituição! Vamos pressionar para que essa PL seja aprovada COM EXTREMA URGÊNCIA!

    Paulo Eduardo Serra Junior 25/09/2021
    3
  • Ponto positivo: Meu corpo, minha liberdade, minhas decisões. Meu direito!

    Viviane 06/09/2021
    2
  • Ponto positivo: Ninguém pode ser obrigado a se submeter a uma vacina que não teve tempo para saber os danos que pode trazer. Esta obrigatoriedade é inconstitucional.

    Jaque Mendes 04/09/2021
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.