Enquete do PL 4893/2020

Resultado

Resultado parcial desde 13/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 288 59%
Concordo na maior parte 5 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 200 40%

O que foi dito

Pontos mais populares

#Sou contra a ideologia de genero nas escolas.

Sirlene 29/10/2020
21

"Ideologia de gênero" não existe. O projeto de lei criminaliza a liberdade de ensinar e aprender, a apresentação de discussões dinâmicas, atualizadas e questionadoras dos padrões de gênero. As explicações sobre a sociedade em que vivemos não devem ser estáticas, sob pena de serem elas mesmas ideológicas. O conceito de gênero está diretamente relacionado a aspectos culturais e sociais e, por isso, temporais. As escolas têm o papel de combater qualquer forma de discriminação,vivemos coletivamente.

Mariana Mascarenhas 27/02/2021
23

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 60 encontrados.

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  • Ponto negativo: Acho sempre importante discutir-se a base curricular educacional, mas me parece que estão querendo tipificar às discussões de cunho sexual, numa espécie de formação onde não se discute sexualidade, mas o sexo em sua forma mais esdrúxula; Como se essa discussão tivesse, por pretensão, defender a pederastia ou impor como regra a relação homossexual. Acho que se há uma discussão não moral sobre o tema, mas perversamente ideológica, incutindo medo às pessoas e não o conhecimento.

    Lucas Ferreira dos Reis 27/09/2022
    2
  • Ponto positivo: Sempre importante, ao meu ver, se discutir o base curricular educacional.

    Lucas Ferreira dos Reis 27/09/2022
    0
  • Ponto negativo: Como profissional de escola pública estadual do ensino médio, convivo com jovens que estão sem estrutura emocional, estão ainda em desenvolvimento, portanto o PL veio na hora certa. Convivendo com eles é que vemos a situação

    Ester Oliveira 25/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Sou contra ideologia de gênero nas escolas

    Graciano Tkd 08/03/2022
    1
  • Ponto positivo: O principal objetivo da escola deve ser a educação, e para educar ensinar matemática, português, interpretação de texto, geografia, física, biologia e etc... não existe a menor necessidade de se abordar ideologias quais forem, e quanto a sexualidade dos filhos, esse papel é da família e os limites que a família impõe devem ser respeitados!

    Bruna Vieira 08/03/2022
    2
  • Ponto negativo: Primeiro que não existe ideologia de gênero. Segundo, a escola recebe estudantes de diferentes gêneros, etnia e classe social. Portanto, deve falar sobre tdo, sem filtro. Os pais e cada religião que individualize sua educação. Falar que todos os seres devem ser respeitados e terem seus direitos de ser e estar no mundo com vida e dignidade não pode tornar criminoso um professor. É sobre isso esse projeto de lei conservador e perverso. Por um currículo diversos e inclusivo.

    Conceição Teodoro 19/02/2022
    4
  • Ponto positivo: Estão querendo nos manipular,dizendo que "estudiosos" pensam de tal forma; mas eles não saem da bolha que vivem, não entendem que nas ruas a história por "eles" criada é diferente.Nas periferias de SP, não temos segurança, nem publica nem privada que garanta o minimo de proteção nas escolas. A diretora vira as costas para debater o assunto como acontece no EMEI CEU FEITIÇO DA VILA, nem o "projeto pedagogico" dos banheiros unissex elas nos deu o direto de DEBATER . ABSURDO

    Priscila Gonçalves Pereira 14/02/2022
    0
  • Ponto positivo: Me vi de frente com um mundo totalmente sem pudor, e até como alguns mesmo dizem CANCELADOR. Onde estão querendo apagar dos registros nossas crenças passadas; onde ao meu ver de cidadão,feri as minhas raizes.Vi meu filho de apenas 4 anos sem o poder de escolha,pois na EMEI CEU FEITIÇO DA VILA,estão SIM,tratando a sexualidade,humana,como uma forma de IMPOSIÇÃO;sem nenhuma defesa, dos responsáveis de lutar por aquilo que tambem acreditamos. estou de pé e não vou permitir isso!

    Priscila Gonçalves Pereira 14/02/2022
    0
  • Ponto positivo: Algo precisa ser feito, exemplo disso a ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM SUAREZ esta organizando como Festa Letiva de Encerramento com seus alunos, uma FESTA chamada TROCA - TROCA onde os meninos irão vestidos de mulheres e as MENINAS vestidas de homem. LAMENTAVEL, tudo se esperava de uma Escola de Ensino menos isto;

    Richard Ramos 02/12/2021
    4
  • Ponto negativo: Ideologia de gênero" não existe. O projeto de lei criminaliza a liberdade de ensinar e aprender, a apresentação de discussões dinâmicas, atualizadas e questionadoras dos padrões de gênero. As explicações sobre a sociedade em que vivemos não devem ser estáticas, sob pena de serem elas mesmas ideológicas. O conceito de gênero está diretamente relacionado a aspectos culturais e sociais e, por isso, temporais. As escolas têm o papel de combater qualquer forma de discriminação,vivemos coletivamente.

    Day 04/11/2021
    5
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  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei