Enquete do PL 4859/2020

Resultado

Resultado parcial desde 07/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 21 44%
Concordo na maior parte 3 6%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 24 50%

O que foi dito

Pontos mais populares

Po rquesó durante a pandemia?

Reynaldo Wongtschowskli 17/10/2020
2

em plena crise querer acabar com emprego de mais trabalhadores e demais!!!

Junior Rancho Doze 28/10/2020
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto negativo: Da mesma forma que os fogos incomodam animais, o próprio latido dos cachorros também incomoda e muito os idosos, autistas e a população em geral. Ja existe uma lei que não permite soltar fogos próximo a residências, o que falta agora é uma lei que puna rigorosamente donos de cachorros barulhentos, uma vez que a polícia faz pouco caso deste tipo de denúncia.

    Jader Tavares 21/09/2021
    0
  • Ponto positivo: Aprovo. Minha filha tem o espectro autista e tem crises terríveis com fogos. Contra eles não temos como nos defender , são ofensivos e totalmente desnecessários. Por que não pegam esse " dinheiro queimado pra causar barulho" e investem em outras coisas???

    Thamyres Correia 20/01/2021
    0
  • Ponto negativo: Mas sempre teve fogos de artifício agora causa danos aos animais... ha videos da propria bgp brasil que ensina como proteger os pets nessa data comemorativa a questao e que as pessoas so pensam nelas mesmas e vez de procurar um meio nao estragar a diversao dos outros ajudando a sim mesmo e seus animais voce nao multa o barulho que um raio faz por matar diversos animais pequenos... os fogos ja aumentaram muito esse ano e ja causou muitos desempregos e agora proibir vai acabar com fogos no brasil!

    Lucas De Campos Silva 15/12/2020
    1
  • Ponto positivo: As crianças autistas e animais agradecem! Estou vendo vários comentários de que existem outros barulhos. Sim, claro! Mas por que não tirar o que causa pânico aos que citei acima. Sobre emprego é só trabalhar com os mesmos que são silenciosos.

    Priciane Paranhos 11/11/2020
    2
  • Ponto positivo: Porque só em época de pandemia??? Tenho sobrinha, cachorro, e vários amigos que tem crianças e pets que sofrem muito com o barulho dos fogos. E em época de eleições os fogos são ainda piores. Sou contra a retirada dos fogos do mercado, mas sou a favor dos fogos silenciosos, vemos que vários países já aderiram à essa ideia.

    Ketlin 10/11/2020
    2
  • Ponto negativo: Esta proibição causará desemprego no segundo maior polo produtor de Fógos de artifício ! O barulho está em tudo !! Nas Motocicletas , trovoadas , construções ,caminhões ! O que o político eleito pelo povo busca com isso é apenas garantir seu voto , usando de muleta a causa animal !!

    Andrea 29/10/2020
    1
  • Ponto negativo: em plena crise querer acabar com emprego de mais trabalhadores e demais!!!

    Junior Rancho Doze 28/10/2020
    1
  • Ponto positivo: Se nós analizar o que faz barulho ,não poderá mais chover e ter trovoadas, baruhos de som , motos e muito mais.

    Josangela Edinho Fogos Pipas 28/10/2020
    0
  • Ponto negativo: Vai gerar muito desemprego

    Ivair Miguel Dos Santos 28/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Po rquesó durante a pandemia?

    Reynaldo Wongtschowskli 17/10/2020
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.