Enquete do PL 4829/2020

Resultado

Resultado parcial desde 06/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 16 10%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 141 89%

O que foi dito

Pontos mais populares

Mas tem que ser só no caso de ter muitos

Lucas Antunes Da Silva 21/11/2020
1

Não existem evidências que sustentem que a atividade de caça no Brasil está funcionando como instrumento para o controle populacional de espécies silvestres. Basta ver o caso do javali: desde 2013, quando o Ibama passa a autorizar a caça da espécie por cidadãos cadastrados, o que se observa é o aumento da quantidade de indivíduos e de novas populações de javalis, inclusive em áreas aonde o animal não existia. Soma-se o fato de que as espécies nativas estão sendo abatidas e exibidas como troféu.

João Vasconcellos de Almeida 17/12/2020
31

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto negativo: Será que esse projeto é patrocinado pela indústria de armas?

    Marcelo Nacinovic 14/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Não à liberaçao da caça de qualquer modalidade, é nossa obrigação proteger os animais e não abatê-los. Não resolve, isso já ficou provado, não há controle, não há fiscalizaçao adequada, nada impedirá os caçadores de matar indiscriminadamente outros animais, levando a mais descontrole

    Neuza Do Carmo 14/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Um Absurdo. A libertacao da caca de javali usou a mesma desculpa : o controle populacional. Mesmo assim a populacao nao diminuiu. A libertacao da caca(nao tenho cedilhae e acentuacao no meu teclado) so serve para uma coisa: uma forma de legalizar o instinto sadico e assasina de psicopatas.

    Alex noronha 22/12/2020
    3
  • Ponto negativo: Existem outras formas de controlar a população foram escolher a mais cruel possível, porque tem pessoas cruéis cujo nascimento não trouxe nenhum benefício ao mundo. Não implementem essa crueldade

    Marilda Spehar 19/12/2020
    2
  • Ponto negativo: Desde o início da campanha presidencial, o atual presidente se comprometeu a liberar a Caça Recreativa, e essa liberação já é um estímulo a quem gosta dessa prática. Como um governo que esvazia o IBAMA vai fiscalizar essa atividade de "controle populacional de espécies"? É absurda essa idéia de matar animais por esporte, é cruel. Temos prioridades como preservar o meio ambiente, que incluiu os animais.

    Betina Arguello 18/12/2020
    1
  • Ponto negativo: A caça como método arcáico, rudimentar e estimulante da violência e de maus tratos ao animais, deve ser substituída por incentivos e promoção do uso de biotecnologias, muitas já amplamente estudadas por universidades brasileiras, oferecendo assim menore impacto no ambiente silvestre.

    Edielton Santos 18/12/2020
    1
  • Ponto negativo: É simples, pare o comércio de animais silvestres, proteja realmente nossa fauna e flora, não ficar criar meios para liberar algo que nunca acontecerá, só ver o caso dos Javali. Isso é prova mais uma vez de desrespeito com a população e a nossa fauna, projetos úteis realmente não são criados, mas aqueles prejudiciais tem aos montes, olhe mais um aí.

    Vanderson SA 18/12/2020
    1
  • Ponto negativo: A caça tem o condão estrito de propagar crueldade contra animais. Não há elementos mínimos que justifiquem essa prática abusiva. O controle populacional pode ocorrer de forma abolir a crueldade, com a castração dos animais. A caça é a imbecilidade humana posta em prática. Prática criminosa independente do que se faça, nunca deixará de ser criminosa. Além disso há o abuso e crueldade contra animais EXPLORADOS como os cães. Serve somente para satisfazer a pequeneza do caçador.

    Chrystianne Prado 18/12/2020
    1
  • Ponto negativo: Não existem evidências que sustentem que a atividade de caça no Brasil está funcionando como instrumento para o controle populacional de espécies silvestres. Basta ver o caso do javali: desde 2013, quando o Ibama passa a autorizar a caça da espécie por cidadãos cadastrados, o que se observa é o aumento da quantidade de indivíduos e de novas populações de javalis, inclusive em áreas aonde o animal não existia. Soma-se o fato de que as espécies nativas estão sendo abatidas e exibidas como troféu.

    João Vasconcellos de Almeida 17/12/2020
    31
  • Ponto positivo: O crescimento populacional descontrolado de uma espécie pode ser grandemente prejudicial a um ecossistema. A caça, nesse contexto, tem efeito positivo, permitindo a preservação ambiental e o equilíbrio ecológico tão caro a uma civilização saudável.

    Emanuel Moura 21/11/2020
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei