Enquete do EMP 29 => PL 4199/2020

Resultado

Resultado parcial desde 05/10/2020

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O que foi dito

Pontos mais populares

Retirar os marítimos brasileiros, já tão massacrados por empresas estrangeiras em nossas águas, sendo submetidos a condições desumanas a bordo, é uma covardia!!!

Andre Ricardo moreira 18/10/2020
3

Extreminio da classe marítima

Volmer Ferreira Espinha 18/10/2020
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto negativo: Esta PL não deve ser aprovada. É um retrocesso. Atualmente temos centenas, talvez milhares, de marítimos brasileiros empregados em navios de bandeira estrangeira, e está PL além de não gerar empregos para os Marítimos Brasileiros, pode também dar margens para que a RN-72 (atual RN-06) seja revogada, fazendo com que mais marítimos brasileiros percam o emprego.

    Felipe Machado 21/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Deveria ser inconstitucional um absurdo desse, completo retrocesso! Mas é muito fácil pra quem não trabalha pra iniciativa privada, querer que alguém abra mão da CLT, enquanto vai passar a vida sugando o governo.

    Maria Moraes 21/10/2020
    1
  • Ponto negativo: Com contrato estrangeiro teremos que trabalhar embarcado 6 a 8 meses consecutivos e estando de folga por um período de 2 a 3 meses não teremos salário

    Edney Moraes Rosa 21/10/2020
    2
  • Ponto negativo: Absurdo, obrigar uma classe trabalhista a abrir mão dos direitos constitucionais, com objetivo de diminuir o custo operacional na cabotagem. Marítimos nacionais embarcados na cabotagem, garantem a soberania, o cumprimento das legislações internacionais e nacionais. Vejam as leis para cabotagem no EUA e países europeus, até os mais liberais tem leis protecionistas para cabotagem, garantido, construção, operação, tripulação nacionais. Os salários dos marítimos brasileiros, não são elevados.

    Hugo Alcoforado 19/10/2020
    0
  • Ponto negativo: Muitas das empresas não cumprem a Lei, excedendo a quantidade de estrangeiros na embarcações. Caso haja essa mudança, será ainda mais fácil para os marítimos perderem seu espaço.

    Gabriel Shulz 18/10/2020
    1
  • Ponto negativo: Extreminio da classe marítima

    Volmer Ferreira Espinha 18/10/2020
    2
  • Ponto positivo: Retirar os marítimos brasileiros, já tão massacrados por empresas estrangeiras em nossas águas, sendo submetidos a condições desumanas a bordo, é uma covardia!!!

    Andre Ricardo moreira 18/10/2020
    3
  • Ponto negativo: O contrato para brasileiros deve ser na CLT...assinar termo de compromisso é abuso por parte da empresa.

    Jean Paul 18/10/2020
    1
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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