Enquete do PDL 433/2020

Resultado

Resultado final desde 02/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 5.452 52%
Concordo na maior parte 68 1%
Estou indeciso 13 0%
Discordo na maior parte 60 1%
Discordo totalmente 4.840 46%

O que foi dito

Pontos mais populares

A escola regular não tem capacidade de tratar sequer os alunos sem doenças limitadoras da capacidade mental. Há então a necessidade de se manter uma escola capacitada para o atendimento às necessidades especiais das pessoas q tem estas limitações físicas.

Luiz Lima 18/10/2020
12

Não é inclusivo, segrega e reforça o capacitismo.

Ariane Roque 10/10/2020
38

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 572 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Inclusão de todas crianças só traz benefício para todos os alunos e professores!!!!

    Pessia grywac 10/05/2021
    2
  • Ponto negativo: A escolha de onde colocar seu filho já existia. Esse decreto é só uma desculpa para as escolas agora poderem recusar a receber crianças com deficiência. Afinal de contas, agora elas podem dizer: perdão, estamos sem vagas, mas conheço uma ótima escola especial para o seu filho. Esse decreto é só a boa vontade do governo em economizar na educação. Nenhuma escola extremamente capacitada vai surgir pra cuidar dos deficientes porque o governo não quer gastar dinheiro com isso.

    Mateus Loures 22/01/2021
    2
  • Ponto negativo: O modo como está explicado, do que se trata a lei, leva a pessoa a votar que "concorda totalmente", pois dá a entender que estará beneficiando a pessoa com deficiência, sendo totalmente o oposto. Essa lei visa a segregação, separar as pessoas com deficiência das que não possuem deficiência, Discordo Totalmente desse projeto de lei.

    Gleiciene Gois 25/12/2020
    2
  • Ponto negativo: Muito retrocesso é segregação

    Guilherme Flores Luthi 30/11/2020
    3
  • Ponto positivo: Mas pessoas novo melhor ourto !

    Entony Ribeiro 17/11/2020
    0
  • Ponto positivo: Lei da exclusão. Todos precisam conviver com todos. Abaixo essa lei.

    Led Sf 08/11/2020
    5
  • Ponto negativo: Retrocesso total essa lei.

    Alice Amorim 07/11/2020
    3
  • Ponto positivo: Somente que fique aqui minha certeza que quero um país igualdade

    Martha Maia 06/11/2020
    0
  • Ponto positivo: Totalmente de acordo , muito bom tenho uma criança com deficiência e não concordo que seja excluída e que só possam conviver com crianças especiais .....o desenvolvimento de nossas crianças e importante vivendo em sociedade igualitária a palavra especial e tá pesada ..pq considero como pessoas e não como um ser de outro planeta

    Martha Maia 06/11/2020
    3
  • Ponto negativo: Essa segregação é um grande retrocesso

    Silva Jaque 06/11/2020
    6

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.