Enquete do PDL 422/2020

Resultado

Resultado parcial desde 01/10/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 8.555 95%
Concordo na maior parte 47 1%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 9 0%
Discordo totalmente 402 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

Correios deve ser patrimônio público

Carlos Silva 10/10/2020
27

A iniciativa privada não tem interesse em atender as pequenas cidades espalhadas aos milhares pelo Brasil. Sem esse atendimento, as pessoas ficarão sem a assistência do estado. Um exemplo simples é o pagamento do INSS. Se um aposentado que vive em uma cidade distante de um grande centro, onde não existe banco próximo, tiver que pagar passagem para ir buscar seu dinheiro, em muitos casos volta com menos da metade de sua sofrida aposentadoria. Salvem os Correios. Salvem o Brasil.

lfbrinckmann@gmail.com 06/10/2020
14

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Exibindo resultados 1 a 10 de 746 encontrados.

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  • Ponto positivo: Ninguém deveria poder impedir que estudos sejam feitos para analisar a viabilidade da operação. Nem mesmo os empregados públicos de uma empresa que claramente não entrega um serviço minimamente adequado a milhões de pessoas.

    João Paulo Fonseca Cardoso 25/08/2021
    0
  • Ponto positivo: Uma empresa que atende as pessoas pobres de muicipios distantes onde a empresa privada não vai

    marcos ferreira da silva 21/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Uma empresa que gera lucro, pagava PL a seus funcionários, e trabalha para o povo nos lugares onde nenhuma empresa quer ir, e um patrimônio do povo.

    Maria Célia Maia Dantas 09/12/2020
    0
  • Ponto negativo: A soberania do nosso país fica fragilizada, pois se não temos competência para administrar uma Estatal, como vamos atuar frente aos vários desafios do nosso país em questões internacionais. Não vamos privatizar o que responsabilidade nossa.

    Paulo Francisco 19/11/2020
    2
  • Ponto positivo: Não podemos aceitar que uma empresa que foi orgulho nacional seja privatizada. O que precisamos é de inovação e tecnologia sendo aplicados no serviços já prestados e ampliação os trabalhos e da área de atuação. Presente em todo o território nacional os correios tem um potencial gigantesco. O que precisamos é de gestão e não de privatização.

    Paulo Francisco 19/11/2020
    2
  • Ponto positivo: O governo tem que recuperar os nossos patrimônios, e não sair vendendo tudo. Infelizmente a democracia só no papel. Em meio a pandemia os correios atuo sem para.

    Eliel de Moraes Pereira 26/10/2020
    2
  • Ponto positivo: Não podemos entregar a nossa soberania

    Nilton Figueiredo de Menezes 25/10/2020
    3
  • Ponto negativo: Uma empresa com mais de 350 anos de tradição, não leva um centavo do Governo Federal, além de dá lucro constante, não deve ser privatizada! Privatização levará em demissão em massa, aumento dos custos postails, além de deixar lugares remotos sem a prestação de serviço. #naoaprivatizacaodoscorreios

    Thiago Cezar Pereira Lima 24/10/2020
    3
  • Ponto positivo: Não podemos deixar que a nossa soberania nacional seja entregue!

    Edmagno Barros 22/10/2020
    3
  • Ponto positivo: Para vender patrimônio público, só com autorização do povo. O dinheiro é nosso, coletado por impostos. Infelizmente a única forma de barrarmos esses antipatriotas, criminosos é não votarmos neles na próxima eleição !!! Fora traidores da nação !!!

    Member SA 22/10/2020
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei