Enquete do PL 4740/2020

Resultado

Resultado parcial desde 29/09/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 242 70%
Concordo na maior parte 12 3%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 4 1%
Discordo totalmente 86 25%

O que foi dito

Pontos mais populares

Demorou um projeto deste pois eu acho que filho com 21 anos já responde por si e não deve ficar nas costa de pais tem mais e que já está trabalhando ajudando com seu próprio sustento isto é cidadania . SALVO PARA FILHO DEFICIENTE E LÓGICO

Jose Nelson m de assus 23/01/2021
31

A partir dos 18 anos está na hora desses jovens buscarem meios de ajudar financeiramente aos pais. Projetos desta natureza só servem para tornar os pensionistas eternos dependentes. Muitos fazem matrícula e não concluem o curso superior e assim seguem mudando de curso até os 25 anos, quando de fato tentam concluir. Outros nem conseguem mais estudar. Se ele pode ir para as ruas defender seus candidatos, que vá também procurar trabalho, algo bem mais útil que ficar sugando o pai ou mãe.

Veronilda Andrade 02/02/2021
23

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 106 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Pode reduzir pra 18 anos!

    RAFAEL LOPES PENALVA 10/06/2026
    0
  • Ponto positivo: Sou a favor de que assumiu a maior idade seja automático deixar de pagar a pensão. Caso contrário vai ficar ali dependente e nao buscará um trabalho. Hoje é um desgaste principalmente pro pai, quando maior de idade ser preso por conta de pensão. Muitas vezes o jovem adulto cheio de saúde submetendo o pai a essa situação.

    RAFAEL LOPES PENALVA 10/06/2026
    0
  • Ponto positivo: Essa geração precisa aprender a trabalhar.

    JOACI DA SILVA FILHO 10/02/2026
    1
  • Ponto positivo: Tenho notado que a maioria dos que discordam são Homens, ora não obstante sabemos que quase todos só ajudam os filhos por força da lei, enquanto as mães ajudam filhos a vida inteira. É ridículo um homem achar que o vínculo com os filhos cessa aos 18 anos, pôr Isso vemos tantos idosos abandonados no final da vida. As mães abdicam até de comprar remédio pra si própria em prol dos filhos, enquanto os pais vivem plenamente e aínda têm dó de ajudar os filhos, esses são os homens!

    ELEUSA MARIA AMARO 09/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Boa noite. Eu acho um absurdo que está rolando desde 2020 e estamos em 2025 e não teve nenhum movimento significativo. O engraçado é se o pai deixa de pagar ele preso o mais rápido possível devido a lei que foi criada. Mas essa PL está a anos paradas. Por isso que a JUSTIÇA É CEGA e não vejo a verdadeira justiça sendo feita infelizmente.

    ROSEANE FERREIRA PORTILHO BENTES 23/06/2025
    3
  • Ponto positivo: Estão desde 2020 enrolando com essa lei, como pode isso Brasil? E para piorar a ultima movimentação foi em março de 2024. Caros politicos, vcs não tem vergonha? Horrem o povo que votou em vocês, trabalhem pelo povo. Está na hora de aprovar essa lei.

    Mirian Polatrini 28/08/2024
    5
  • Ponto positivo: Desde 2020 enrolando, se fosse para tirar do povo, sairia da noite para o dia.

    Andre 14/08/2024
    1
  • Ponto positivo: Vamos aprovar essa lei.

    Tassia Garcia 13/08/2024
    2
  • Ponto positivo: Precisa prosseguir com essa lei o mais rápido.

    Tassia Garcia 13/08/2024
    3
  • Ponto positivo: Pago pensão para a mãe e também a mensalidade da faculdade do meu filho, ele trabalha e gasta o dinheiro em bares. Não vou deixar de pagar a mensalidade da faculdade pois a mãe não o faria, nem ajudaria, mas a pensão precisa ser revista, com essa lei, vai ajudar muito.

    Marcio Nascimento 13/08/2024
    2
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.