Enquete do PL 4667/2020

Resultado

Resultado parcial desde 21/09/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 299 57%
Concordo na maior parte 11 2%
Estou indeciso 4 1%
Discordo na maior parte 13 2%
Discordo totalmente 201 38%

O que foi dito

Pontos mais populares

Fomentar a máfia dos cursinhos médicos no Brasil.

MATHEUS FRANZOTTI ROZZA 23/09/2020
29

Um “Exame de Suficiência” na medicina aponta para uma insatisfação na qualidade dos médicos formados. Porém, uma prova, como já temos as de residências, títulos e inúmeras durante a graduação, parecem não ter sido suficientes para “melhorar” qualidade dos médicos formados. Um outro exame seguirá pelo mesmo caminho e criará mais uma demanda para cursos preparatórios para realizar uma prova e não para formar bons médicos. É necessário então mudanças na ordem Educacional

Brenda Vieira 24/09/2020
51

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 51 encontrados.

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  • Ponto positivo: Não é porque o exame da OAB existe que isso anula a existência de advogados ruim. Pelo contrário, se com a OAB é assim, pior seria o mercado sem o exame da ordem. Acredito que a mesma lógica se aplica aqui. E adiciono que para se especializar, a residência deveria ser obrigatório. O Brasil é o único país do mundo que aceita especialização (RQE) sem ser por residência.

    JULLYANY CARVALHO EWERTON 13/02/2025
    2
  • Ponto positivo: Nos maiores centros médicos do mundo há a exigência de um exame nacional para que médicos possam exercer sua profissão e isso faz total sentido, visto que cria um padrão de qualidade para formação profissional. Há um outro importante fator que está relacionado a abertura de inúmeras faculdades privadas de medicina, onde a valorizam da educação e formação é sobreposta pela necessidade de lucro, com altos valores da mensalidade. A prova será muito bem vinda.

    Epitacio Martins de Sá 04/07/2024
    9
  • Ponto positivo: É uma forma de avaliar um mínimo de qualificação de quem está saindo. Mas a verdade é que o país há tempos deixa as pessoas em risco com as faculdades pagou entrou. É aberrante precisa começar a fechar cursos de baixa qualidade. Mas é um começo. Porém tem que pegar os formados nos últimos 10 anos, não passou por numa reciclagem para os já formados ver se corrige essa deficiência crônica, não passou 3 x volta para a faculdade.

    Claudia A V Ormond 21/06/2024
    4
  • Ponto positivo: Concordo, é totalmente frustrante se dedicar tanto na faculdade e ver médicos sem noção se formando, ocupando vagas que poderiam ser redistribuídas para pessoas qualificadas. Não existe fiscalização do MEC eficaz, as faculdades conseguem continuar ofertando vagas desproporcionais com a demanda do mercado. A mensalidade das faculdades particulares só aumenta e a nota para as publicas também. É provavel que se as pessoas perceberem que nao basta só “formar” comecem a fazer medicina de verdade.

    Geovana Souza 21/06/2024
    5
  • Ponto positivo: Essa lei pode não solucionar completamente o problema da baixa qualidade na formação médica atual, mas limita o acesso à um conhecimento básico. O nível do ensino caiu muito e faculdade de medicina virou empresa. É necessário não apenas um exame para exercício da profissão como também fiscalização mais eficiente das escolas médicas.

    Raphaela Freitas 01/06/2024
    3
  • Ponto positivo: Excelente projeto. Se virar lei, vai contribuir muito para a redução do número de casos de erro médico no Brasil.

    LUIZA RIBEIRO 06/05/2024
    2
  • Ponto positivo: Concordo totalmente, porém a prova deve ser exigida de todos, a cada 5/10 anos, vemos as mudanças acontecendo no mundo na área da medicina e muitos médicos após se formarem não estão se atualizando e isso é muito sério.

    Jéssica Medina 06/04/2023
    6
  • Ponto negativo: O projeto só serve para tirar a responsabilidade das escolas médicas e jogar nas costas dos estudantes! Favorece a reserva de mercado, as grandes empresas de educação privada, e desfavorece quem mais precisa: a população…

    Álife Moura 29/01/2023
    3
  • Ponto positivo: Nós já passamos da hora de ter uma prova para a avaliação e acreditação do diploma para os estudantes de medicina. Atualmente, existem faculdades que sequer tem anatômicos, que vendem vagas, que aprovam seus alunos por meio de avaliações esdrúxulas, como por exemplo durante o período da pandemia, quando alunos fizeram provas on-line. Não podemos somente acreditar que as instituições de ensino sejam responsáveis pela formação dos nossos médicos. Uma proposta como essa, vai salvar inúmeras vidas.

    Leonã Santana de Lima 23/01/2023
    8
  • Ponto positivo: É importante uma avaliação competente para garantir qualidade mínima à prática profissional da medicina no Brasil, assim como é feito em outros países.

    Samir Schneid 25/11/2022
    6
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  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição

  6. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo