Enquete do PL 4571/2020

Resultado

Resultado parcial desde 15/09/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 5.529 99%
Concordo na maior parte 35 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 23 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A PL otimiza a rapidez e o tratamento da paciente. Reduz os gastos com consultas medicas especificamente para solicitar exames de imagens. E melhora a qualidade do atendimento da população.

Deivison Aquino 04/10/2020
110

O único ponto negativo é a demora para corrigir esta injustiça, principalmente com os Fisioterapêutas...Os Planos ficam extorquindo o povo, parace que temos que ser saudáveis para sermos aceitos pelos mesmos...qualquer problema de saúde ficam exigindo somente solicitações de médicos...Negativo é não facilitar as condiççoes para o povo. Obrigada

Anita Carmen Rossetto Zilio 16/10/2020
71

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 162 encontrados.

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  • Ponto positivo: O fisioterapeuta precisa de autonomia na condução do tratamento do paciente. Não se justifica interromper o tratamento fisioterápico para esperar o paciente trazer "encaminhamentos médicos" para prosseguir com seu próprio tratamento, tampouco, buscar exames de imagem que o próprio fisioterapeuta pode solicitar. Eu , particularmente, acho a consulta fisioterapica mais completa que a consulta medica.

    LIVIA KARELINE GUSMAO SOARES VERSIANI 22/01/2026
    1
  • Ponto positivo: É simples e óbvio que cada profissional tem sua autonomia necessaria e foco para gerar diagnósticos de acordo com a área que atua, solicitar exames é apenas um complemento ao ato consultar, que é parte da obrigação profissional do fisioterapeuta, portanto solicitar exames é parte simples da rotina. Fora o impacto econômico positivo disso tanto para o paciente quando para as empresas de saúde.

    FERNANDA MARQUES PEIXOTO DE SOUZA 12/09/2024
    5
  • Ponto positivo: Promover autonomia ao profissional devido ser profissão de primeiro contato, facilitar a vida de pacientes na hora de realizar exames complementares para concluir diagnóstico.

    Anna Paula Costa 16/02/2024
    4
  • Ponto negativo: Ponto negativo é ainda ter que lutar por algo óbvio.

    Daniele Salvaia 20/01/2024
    9
  • Ponto positivo: A autonomia profissional é uma questão que a lei deve proteger , bem como a ética relacionada às profissões . Não há sentido em passar por uma graduação e ter que depender de Outro profissional para exercer sua profissão com os meios necessários para diagnosticar e tratar o doente .

    Karla Elizabeth Álvares de araujo 16/01/2024
    14
  • Ponto positivo: Reconhecimento das atividades fisioterapeutas

    Dheime Santos 26/05/2023
    10
  • Ponto positivo: O profissional de fisioterapia precisa de autonomia e liberdade para indicar e dar sequência ao tratamento.

    Janaina Silva 28/03/2023
    15
  • Ponto positivo: O ponto mais positivo é o paciente receber o melhor e mais rápido atendimento. Para isso acontecer é de muita importância a facilidade para o paciente.

    Vania Carvalho 28/03/2023
    14
  • Ponto positivo: Reconhecimento dos profissionais que fizeram faculdades pra isso!

    Joao Carlos Prestes 28/03/2023
    9
  • Ponto positivo: O profissional fisioterapeuta precisa do exame para decidir a melhor conduta sem a necessidade de solicitar que o paciente consulte outro profissional para pedir o exame para que ele, fisioterapeuta possa então iniciar o tratamento. Fato que retarda a evolução e recuperação da condição do paciente.

    Cicera Melo 16/01/2023
    19
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  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.