Enquete do PL 2482/2020

Resultado

Resultado parcial desde 04/09/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 241 94%
Concordo na maior parte 3 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 9 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

Precisamos ter consciência de que o povo brasileiro esta morrendo por falta de atendimento medico, enquanto, por reserva de mercado, deixamos de contratar 15 mil medicos so porque os mesmos foram formados em universidades estrangeiras.

Edson teles 05/04/2021
7

Há uma deficiência no número de médicos no Brasil. O CFM e o Inep em conchave, fazem de tudo em nome do corporativismo médico para manter a demanda de mercado, mas esquecem o principal, da saúde de seus compatriotas e do juramento hipocrático.

igobelarmino@gmail.com 14/09/2020
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 33 encontrados.

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  • Ponto negativo: Já existe legislação . O fato é que é negado .

    Lucia de Fátima Lundin 17/02/2022
    0
  • Ponto negativo: Como uma Camara que se diz casa do povo e se coloca uma raposa pra cuidar de galinhas? O relator desse PL é altamente incompetente para lidar com o tema haja vista o seu envolvimento com materia contraria, como por exemplo, reserva do mercado dos medicos formados no brasil. Uma Vergonha para o pais essa decisao!!! #Forahiran

    Edson teles 29/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Temos que entender não importa onde estudamos somos médicos e só queremos trabalhar para o povo e por o povo. Na pandemia a falta de médico que tem não acredito que CFM tenha intenção ruim de não deixar trabalhar para o povo já moramos aqui e somos médicos onde sea.

    Augusto raphael martinez vallenilla 08/04/2021
    1
  • Ponto positivo: Devemos dar uma chance aos médicos formados no exterior sim, faça a prova de acordo com a realidade de cada médico .

    Lindomar Pacheco Teixeira 08/04/2021
    0
  • Ponto positivo: Médicos formados no exterior são MÉDICOS, estudaram, se capacitaram, deram anos de suas vidas em pró da população, assim como os brasileiros. Instituição não define profissional, amor e dedicação no que faz ,isso sim, define.

    Jeissy Keinny 07/04/2021
    4
  • Ponto negativo: PL que melhora a vida do cidadao brasileiro dorme nas gavetas da casa tida como casa do povo.

    Edson teles 05/04/2021
    3
  • Ponto positivo: Precisamos ter consciência de que o povo brasileiro esta morrendo por falta de atendimento medico, enquanto, por reserva de mercado, deixamos de contratar 15 mil medicos so porque os mesmos foram formados em universidades estrangeiras.

    Edson teles 05/04/2021
    7
  • Ponto positivo: Diante de uma pandemia Global , onde o vírus SAR COV 2 COVID19, está presente , provando que respiramos o mesmo ar e vírus . Que as vacinas são globais Então ! Porque ainda a Universidade é diferente ? Não são os corpos iguais ? Porque não acabar com isto ? A LDB está acima de tudo ! Porque não liberar os incontáveis médicos diplomados por universidades estrangeiras ?

    Luiz Hipolito Valeriano 15/02/2021
    4
  • Ponto negativo: Gostaria que os médicos brasileiros fizessem a prova do revalida, não em sua elaboração, mas serem os respondentes. Muitos perderiam o CRM. Infelizmente, exigem dos iniciantes conhecimentos que, grande parte dos médicos mais "experientes", não possuem. Uma vergonha.

    Iaggo Raphael 14/01/2021
    3
  • Ponto positivo: Os médicos que trabalham no Programa Mais Médicos já demostraram por mais de 3 anos ser excelentes médicos, fizeram especialização em Universidade Publicas, foram avaliados por médicos supervisores brasileiros, tiveram uma aceitação de 95% na população brasileira, o mais justo seria que seus diplomas foram revalidados. População morrendo, tantos médicos no país sem conseguir exercer e o CFM impedindo todo tipo posibilidade pra eles exercer, só lhes importa encher seus bolsos.

    Irela Rodríguez 19/11/2020
    3
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  5. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição