Enquete do PL 4469/2020

Resultado

Resultado final desde 03/09/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 99 98%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Respeito a vida sempre!

Ana Pedro 08/09/2020
13

Deveria se estender pra toda eleição. Voto deveria deixar de ser obrigatório já.

Lucas França 15/09/2020
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.

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  • Ponto positivo: A grande pergunta que fica é: caso alguém seja contaminado durante o processo eleitoral, sejam voluntários, trabalhadores e eleitores, o Estado deve ser processado? Ao meu ver, sim.

    Gustavo Andrade 14/11/2020
    0
  • Ponto positivo: Em uma democracia o voto não deveria ser obrigatório. Eu e meu esposo somos de grupo de risco, e somos responsável por um adolescente e minha mãe, que também é de grupo de risco. Votação em uma pandemia? Jamais.

    Karina Moraes Kurtz (Ayisha Al-Qamar) 12/11/2020
    0
  • Ponto positivo: Voto obrigatório não é democracia , é imposição.

    Henrique Tietzmann 11/11/2020
    2
  • Ponto negativo: Acho difícil votarem a favor e que isso aconteça. Até hoje eu me preservei e preservei minha família (3 idosos) e ninguém se contaminou.. caso isso aconteça durante as eleições, posso processar o Estado? Afinal, serei obrigada a ficar bastante tempo em uma fila, num lugar fechado, sem ventilação (a escola onde voto é assim).

    Melissa Sampaio Leal 11/11/2020
    1
  • Ponto positivo: Hoje em Manaus há 75% dos leitos dos hospitais (públicos e privados) ocupados somente com COVID. Os novos casos, apesar de não atualizados desde o dia 04.11.2020, estão aumentando. Teremos tempo reduzido para votar, então a proposta é bem oportuna.

    Melissa Sampaio Leal 11/11/2020
    2
  • Ponto positivo: O voto deveria nem ser obrigatório por conta da pandemia.

    NEUSA DO CARMO MIGUEL MACHADO 11/11/2020
    3
  • Ponto positivo: O direito a saúde é um dos mais relevantes da Constituição. Ate agora o TSE não demonstrou que medidas de precaução estão sendo tomadas. O local em que voto vem ficando lotado, com longas filas formadas em um corredor com o mínimo de ventilação. Moro com minha mãe, hipertensa. Que garantias de segurança o ministro Barroso esta nos dando? Algo tem que ser feito. Sem regras claras de cuidados sanitários, a impressão é que seremos conduzidos ao abatedouro. Parabéns a parlamentar pelo projeto.

    Patricia Peralta 02/11/2020
    4
  • Ponto positivo: Não se trata só de protocolos no momento da votação. Para chegarmos nos locais, vamos enfrentar aglomerações com muitas pessoas que não estão nem aí com protocolos. Vamos correr um risco enorme, depois de tanto sacrifício. Essa PL tem que ser aprovada.

    Paulo Souto 24/10/2020
    4
  • Ponto positivo: Quero ter o direito de resguardar a minha saúde e, por consequência, a saúde da minha mãe idosa.. Se deixei de sair justamente para evitar contágio, acho um absurdo me obrigarem a ir a uma aglomeração. Não tem cabimento algum.

    Celia Alves Cardoso 10/10/2020
    6
  • Ponto positivo: Não é seguro para ninguém, essa PL tem que ser aprovada

    Netovsky 26/09/2020
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei