Enquete do PL 4410/2020

Resultado

Resultado final desde 31/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 3.567 99%
Concordo na maior parte 14 0%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 47 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Pelo número de mortes violentas no Brasil e pelo fato de que a Polícia não tem condições de oferecer segurança ao cidadão 24hs por dia, presume-se a efetiva necessita. Todo cidadão que cumpre os requisitos da Lei 10826 tem direito a defender sua própria vida. O povo já decidiu sobre as armas em 2005 e confirmou em 2018.

GILSON NUNES 31/08/2020
106

Estão demorando muito para aprovar!

Plinio Jacob Figueiredo 01/09/2020
209

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 357 encontrados.

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  • Ponto positivo: Milhares cm experiência cm armas de fogo e q teve direito cedido pelas forças arma da saem tempos em tempos cm sua arma e fica sem seu direito de posse e porte. Isso tem q mudar. Sou vítima casa arbitrariedade estou há 5 anos cm m8nha arma e meu porte. Foi tirado agora pelo fato de ter licenciado p n remunerado automaticamente ao olhis do Estado virei um perigo do dia pra noite. Absurdo isso. Ando a mercê. Muitos marginais me verão sempre como militar e q andava armado. Agora ando desamparad

    Sidinel 27/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Pelo direito à legítima defesa!!

    GUSTAVO KARDEC LIMA DA SILVA 19/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Assunto referente a lei. É uma pena que ainda tá dificil conseguir o porte de arma legal no nosso país. Vamos votar e esperar... Paz

    JAIRO MOREIRA DA SILVA 11/10/2020
    0
  • Ponto positivo: O cidadão de bem, deve ter o direito a proteção de sua família e seus bens. Essa já é a real necessidade.

    Fabiano Costa Rogério de Castro 10/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Todo o cidadão tem o direito de se defender!

    Alexandre 06/10/2020
    0
  • Ponto negativo: Demora na tramitação! O povo quer agilidade senhores parlamentares!

    Rodrigo Dias 05/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Arma regularizada fomenta o comércio legítimo e dentro da legalidade, enfraquecendo o mercado ilegal!

    Rodrigo Dias 05/10/2020
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  • Ponto positivo: Um cidadão que passa por todos os critérios e tem vontade; que julgue sua própria causa e arme-se, os "cidadãos" infratores terão receio na hora de suas práticas ilícitas pelo simples princípio da dúvida,(será que essa pessoa tem arma?), Afinal todo mundo tem medo de morrer. Aquele que não for a favor, mantenha-se desarmado.

    Leonardo Ferraz Thomé 23/09/2020
    0
  • Ponto positivo: A alegações, apresentadas por inúmeros servidores públicos federais que exercem poder de polícia administrativa e de fiscalização, que sofreram ameaças COMPROVADAS à vida, em virtude de ação fiscalizadora, para comprovação de efetiva necessidade são reiteradamente recusadas pelos DPFs, no uso de seu poder discricionario. A AUSÊNCIA da necessidade desta comprovação, dá a todos os cidadãos brasileiro o legítimo direito de acesso à segurança da VIDA e defesa de acervo no caso dos CACs,

    RICARDO ARIEL FARIAS ALBIN 15/09/2020
    0
  • Ponto negativo: muito enxuto. Deputados gostam de PLs extensos e prolixos para discutir e barganhar apoios

    RICARDO ARIEL FARIAS ALBIN 15/09/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.