Enquete do PL 4407/2020

Resultado

Resultado parcial desde 31/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 28 97%
Concordo na maior parte 1 3%
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Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A relevância do assunto requer formação especial para evitar que leigos possam encaminhar projetos, mesmo que simplificados, para aprovação de licenças junto ao Corpos de Bombeiros. A vida das pessoas e o patrimônio são elementos que merecem total atenção do Estado.

Jorge Luiz Koche 27/05/2021
6

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  • Ponto positivo: Ajudará com a especialização do profissional para exercer a profissão tendo que estudar para desempenhar com qualidade suas atividades, o que não temos visto decorrente de várias tragédias anunciadas e sem participação de profissionais com atribuição, ou com a participação sem capacitação para tanto.

    Jones Betoni 07/06/2023
    0
  • Ponto positivo: Vai ajudar a regular a área que atualmente permite diversas pessoas de formações diferentes. Também vai fomentar as faculdades a abrir cursos, estudos, especializações específicas para a área de incêndio.

    Luis Felipe do Prado Barbieri 03/06/2023
    0
  • Ponto positivo: É de extrema importancia que o profissional que atue na area de prevenção de incêndio, seja qualificado, aperfeiçoado com a especialização eng.de segurança contra incêndio e pânico.

    cristiano spaki 27/06/2022
    0
  • Ponto positivo: A formação e o reconhecimento de especialistas nesta área é um grande passo para o crescimento do Brasil na prevenção e proteção contra incêndios e emergências. É benéfico para o setor privado, setor público e para sociedade em geral.

    Dirceu Soares de Souza 23/09/2021
    0
  • Ponto positivo: A relevância do assunto requer formação especial para evitar que leigos possam encaminhar projetos, mesmo que simplificados, para aprovação de licenças junto ao Corpos de Bombeiros. A vida das pessoas e o patrimônio são elementos que merecem total atenção do Estado.

    Jorge Luiz Koche 27/05/2021
    6
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    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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