Enquete do PL 4400/2020

Resultado

Resultado final desde 31/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 225 55%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 5 1%
Discordo totalmente 184 44%

O que foi dito

Pontos mais populares

Acabar com o sofrimento dos animais, pois são muitas vezes transportados de qualquer forma e inclusive acabam morrendo.

Tiago Rodrigues 09/09/2020
26

Muitas especies de animais hoje que estão de volta a natureza, foi graças a criação em cativeiro. 1 exemplo é a arara azul. Quem for pesquisar ou entender. Vai saber do que estou falando. A criação e o comércio de animais silvestres salva especies de extinção!!!

Lucas Coletti 26/10/2020
16

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 50 encontrados.

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  • Ponto positivo: A lei do deputado será um grave erro se for por pra frente...se proibir a criação de pássaros silvestre em criatórios vai fazer oque com os pássaros vai matar ?vai soltar pra morrer ?vai deixar preso ?O mais correto a fazer é apoiar os criadores legalizado a continuar criando pra preservar os pássaros

    Wendell Silva 09/11/2023
    0
  • Ponto positivo: É um projeto de lei interessante porque tem maior potencial de inibir a ação dos infratores pelo maior risco associado. A questão é quanto a sua aplicação efetiva? A maioria das multas ambientais não são pagas e os órgãos ambientais de fiscalização não são capacitados de treinamento e recursos para um combate efetivo.

    João Pedro Souza 23/07/2023
    0
  • Ponto positivo: A criação em ambiente doméstico é uma cultura do nosso país .Graças a esses matadores da natureza que não perdemos várias espécies como por exemplo bicudos e curiós que hoje temos em alta quantidade no território nacional. Além da criação gerar emprego para milhões de pessoas na industria de alimentos e acessórios . Também gera recursos para a união através dos criadores comerciais e amadores em impostos etc.Uma lei dessas e um crime contra a cultura e nação. Vamos soltar todos os animais então

    FAMÍLIA MAIA PÁSSAROS E TORNEIOS Vincius Maia 29/03/2023
    1
  • Ponto positivo: As penas deveriam ser maiores ainda. Todos animais merecem proteção, contra os seres humanos que querem viver as suas custas. Animais não são objetos, não são escravos para serem comercializados. Sofrem na mão de criadores sem escrúpulos, que os maltratam, ou dos que os sequestram do seu seio familiar para vendê-los. Já está mais do que na hora do nosso país aprovar esse projeto de lei.

    Alessandra Adamoli 14/07/2021
    0
  • Ponto positivo: O criatorio legalizado é uma das formas de manter a espécie e nois Brasileiros quando compramos um bichinho desse que não são baratos, os amamos como filho ou membro da família! Precisamos é rever as penas de roubo do dinheiro do povo!

    Marcello 13/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Com a criminalização de vendas de animais silvestres aumentará o tráfico de animais retirados da natureza. Os estabelecimentos atualmente legalizados, comercializão apenas animais criados em cativeiro que não poderiam ir para a natureza, não iriam sobreviver. Além disso, todos os cidadoes que hoje possuem, de forma legalizada, algum animal silvestre iriam se tornar infratores com a possibilidade de perder seus animais. Não há lugar para cuidar de todos e nem na natureza, no fim iriam sacrificar

    Thais Soares 16/12/2020
    2
  • Ponto negativo: Temos nos salientar que os criadores comerciais são importanticimos na conservação também, eles servem para manter um banco genetico destes animais que quando estintos na naturesa podem ser reintroduzidos novamente graças aos exemplares dos criadores, no Brisil nois temos exemplos disto, a ararinha azul do nordeste extinta totalmente da naturesa so foi reintroduzida e salva graças a pet shop que tinham exemplares dela na Europa, o mutum de alagos so foi salvo graças a um fazendeiro de MG q o tin

    RAFAEL MARTINS DE SOUZA 04/11/2020
    2
  • Ponto negativo: O que deveria estar em pauta é o aumento da fiscalização da compra apenas legalizada, incentivo aos criadores legalizados e diminuição de impostos para os mesmos visto que tem como uma de suas missões a preservação ambiental, o aumento do salário da policia ambiental e maiores penas a quem prática o tráfico de animais esse tipo de projeto só irá aumentar a procura de forma ilegal e com isso a extinção de várias espécies, repensem enquanto ainda a tempo!

    Jéssica Reis 01/11/2020
    1
  • Ponto negativo: A aprovação dessa pl promoverá o aumento do tráfico de animais silvestres!

    Sílvia Cleres 01/11/2020
    3
  • Ponto negativo: O país mais uma vez anda para sentido contrário ao progresso. O comércio legal de animais é fonte de emprego, renda, impostos e ainda preserva a natureza a exemplo dos EUA, Quênia, Alemanha, Canadá, Rússia, Japão , África do Sul que tem programas de incentivo a criação em cativeiro de animais ameaçados para venda sendo que uma parte dos filhotes volta para natureza

    Amilcar Packer 28/10/2020
    5

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei