Enquete do PL 4269/2020

Resultado

Resultado parcial desde 19/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.177 89%
Concordo na maior parte 17 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 3 0%
Discordo totalmente 126 10%

O que foi dito

Pontos mais populares

a china tem 115mil estatais, o Estados Unidos que se diz 100% capitalista tem 7000 Estatais, a Alemanha tem 15000 Estatais e o Brasil querendo dar as suas de graça. esse projeto de lei vai ser bom para proteger os interesses e os princípios da constituição o da legalidade, moralidade , impessoalidade, publicidade e eficiência.

DIOGO DE MIRANDA 10/10/2020
13

O poder executivo não pode agir por interesse próprio, precisa seguir o direcionamento dado pelos representantes do povo no congresso nacional. Hoje temos o perigo que representantes indicados (não eleitos) tentam agir por iniciativa própria sem a legitimidade da constituição.

Lindomar Guimaraes de Oliveira Junior 05/10/2020
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

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  • Ponto positivo: Estatais são instituições fundamentais pro país. Dinheiro público brasileiro, gerenciado por brasileiros e controlado por brasileiros. Vender entidades públicas deveria ser crime contra a lesa pátria. Não podemos entregar instituições para estrangeiros fazerem o que quiser com nosso país. Chega dessa bagunça. Quem vende está contra o povo brasileiro

    LUIZ FERNANDO GARCEZ SCHERER 06/01/2025
    0
  • Ponto positivo: As Estatais são ativos de Estado. Privatizar estatais que não cumprem a sua função social, parece razoável, mas privatizar estatais que além de cumprirem suas funções sociais, geram lucros ao setor público é uma manobra para retirar recursos do Estado... Não é razoável vender um ativo que gera lucro para pagar o déficit criado pela falta de gestão pública. Os lucros aferidos pela Estatal, poderiam equacionar, em médio prazo, o prejuízo apresentado. Com privatização o Estado perderia este bônus.

    Pedro Ferreira 16/12/2020
    5
  • Ponto positivo: As estatais são a mola propulsora para que o pais passe a auferir royalties. Imaginem como o pais seria se não houvesse uma Embrapa?

    Jorge Fraga 01/12/2020
    2
  • Ponto positivo: Empresas públicas garantem atendimento a população até onde não gera lucro garantindo atendimento universal a todos os brasileiros .

    Suzana Ferreira 23/11/2020
    5
  • Ponto positivo: Eu defendo as empresas estatais , elas são a soberania de uma nação , entregar o patrimônio do povo a um grupo de empresários isso se torna um tapa na cara da sociedade . No lugar de vender vamos investir nas estatais para elas darem riquezas ao povo .

    Marcelo R . Ferreira 09/11/2020
    5
  • Ponto positivo: Estatais estratégicas não podem ser vendidas principalmente em tempo de pandemia.

    Edenaldo Logan 09/11/2020
    4
  • Ponto positivo: Parar a roubalheira de dar as empresas para os empresários amigos do governo

    Diego Cicero Souza 09/11/2020
    0
  • Ponto positivo: Importante o Estado se manter forte em setores estratégicos e impedir a exploração capitalista.

    Hilario Ruiz 09/11/2020
    1
  • Ponto positivo: Soberania nacional depende da força do estado. Estado forte nação próspera!!!

    arlan modesto 08/11/2020
    1
  • Ponto positivo: Afasta interesses de indivíduos, privados, da administração pública. Só permite privatização (em tese) se houver algum tipo de interesse público, pois envolve o congresso que deve representar esse interesse.

    Dionísio Reis Siqueira 08/11/2020
    0
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    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

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  5. REQ 305/2026 CSPCCO

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