Enquete do PL 4262/2020

Resultado

Resultado final desde 19/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 273 98%
Concordo na maior parte 5 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A criança com autismo muitas vezes possui deficiências de nutrientes e problemas gastrointestinais que precisam de acompanhamento nutricional, além da avaliação de peso precisa verificar a dieta ofertada. É fundamental que tenha um profissional Nutricionista para realizar atendimento desse público.

Eveline Cristina Dana 09/06/2021
10

Fonte de custeio para o programa.

Luiz Mendes Peixoto 25/07/2021
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 24 encontrados.

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  • Ponto positivo: Que esse projeto de lei sirva também para que seja obrigatório a contratação de profissional Nutricionista para atendimento clínico e para o setor de produção de várias instituições que além de autistas tem outras pessoas com outros tipos de deficiência e necessitam dessa especialidade de nutrição clínica. Infelizmente eu hoje como Nutricionista ficou triste de ver várias instituições ou clínicas não incluindo o profissional Nutricionista para atendimento de deficientes, autistas, etc.

    EVELINE CRISTINA DANA 03/03/2025
    0
  • Ponto positivo: É indiscutível o acompanhamento de um profissional nutricionista nas condições do autismo, vendo do ponto nutriconal que, podemos melhorar sua condição de vida atrás dos alimentos da forma qualitativa dando aporte necessário melhorando a microbiota intestinal.

    Marcos Gigante 14/05/2022
    2
  • Ponto positivo: O profissional Nutricionista em escolas tanto públicas como particulares pode fazer palestras aos pais sobre educação nutricional e crianças com autismo podem ter baixo peso ou sobrepeso além da seletividade alimentar. As atividades de educação nutricional em atendimento clínico entra como uma terapia nutricional. E podemos pedir exame de sangue para verificar vitaminas e minerais e caso esteja em déficit podemos suplementar.

    Eveline Cristina Dana 19/12/2021
    4
  • Ponto positivo: Autismo é uma condição muito beneficiada pela alimentação, alguns alimentos, condutas de suplementação e outros , já são provadas cientificamente seu benefício. Deve sim ser direito de quem tem o transtorno do espectro autista.

    Nutricionista Layza Lins 19/11/2021
    4
  • Ponto positivo: Sou Nutricionista e uma observação a ser levada em consideração é de que as instituições das Apaes são escolas para pessoas especiais que servem merenda escolar e portanto além do atendimento clínico o profissional Nutricionista estará presente no local para supervisão da merenda escolar.

    Eveline Cristina Dana 19/11/2021
    3
  • Ponto positivo: Tudo que contribuir para ajudar meu filho será bem vindo.

    Karina Barboza 04/08/2021
    0
  • Ponto positivo: Concordo com tudo que seja para o bem estar no nossos filhos especiais

    Wanessa Rodrigues 04/08/2021
    0
  • Ponto positivo: Alimentação saudável

    Eleilme Rodrigues 04/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Existe muitas crianças autistas , que apresenta seletividade alimentar , causando por esse motivo , deficiência de vitaminas e nutrientes no organismo ,além de outras patologias referente a alimentação que Também é dectada em parte dos autistas,como alergias alimentares ,por exemplo a lactose ,um acompanhamento profissional de uma nutricionista e de enorme importância.

    Mayana Souza 03/08/2021
    1
  • Ponto positivo: É uma possibilidade a mais de ofertar um pouco mais de dignidade e saúde às crianças, jovens e adultos dentro do espectro. Quanto mais direitos forem efetivamente garantidos, melhor!!! #Inclusãointegral!

    Taciana Alencar 28/07/2021
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.