Enquete do PLP 215/2020

Resultado

Resultado parcial desde 14/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 65 73%
Concordo na maior parte 7 8%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 17 19%

O que foi dito

Pontos mais populares

Imposto está previsto na Constituição Federal de 1988 e até hoje não foi regulamentado. Pode ser uma grande contribuição para diminuir a enorme desigualdade social.

Carlos Eduardo de Souza 09/04/2021
8

Isso faz parte do projeto comunista/populista derrotado nas urnas!

teofilo andre cristaldo dos santos 09/09/2020
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto positivo: Atenção: imposto é tributo de destinação não vinculada, portanto eventual dispositivo destinando o produto da arrecadação a escola, hospital etc estará eivado de inconstitucionalidade.

    Miquéias Martins Soares 23/04/2022
    0
  • Ponto positivo: Imposto está previsto na Constituição Federal de 1988 e até hoje não foi regulamentado. Pode ser uma grande contribuição para diminuir a enorme desigualdade social.

    Carlos Eduardo de Souza 09/04/2021
    8
  • Ponto negativo: Quem é rico e tem todo esse patrimônio, simplesmente vai levar seus bens para serem registrados em países que não existem este tipo de imposto. Fora que ao comparar o Brasil com países desenvolvidos que cobram esse tipo de imposto, é desleal. Você mesmo que é a favor deste projeto, se tivesse aviões, carros luxuosos, helicópteros e embarcações, você ia preferir pagar imposto em um país desenvolvido ou pagar o mesmo imposto no Brasil? É por isso que este projeto é descabido.

    Matheus PMC 12/01/2021
    1
  • Ponto positivo: Essa argumentação de que os brasileiros ricos vão pegar seu dinheiro e colocar em outro país é o fim do mundo, o que combina com o Brasil atual. Se isso acontecer, vai mostrar o quão patriotas e preocupados com o país eles são. Sem contar que se aprovarem esse tributo, a elite vai ter perdido apenas um dos seus privilégios, dentre muitos que ela ainda detém.

    Alisson Luan 11/01/2021
    7
  • Ponto positivo: Avante, Congresso Nacional!! Estou querendo saber que vai ser o Gerard Depardieu tupiniquim, o primeiro a levar seu dinheiro e pedir naturalização em outro país. Ainda: é de fundamental importância que imposto, cuja arrecadação não tem vínculo com despesa, tenha uma vinculação de despesa prevista. É um projeto de lei que já nasce constitucionalmente morto na sua raiz. Por isso, mantenho o meu total apoio a esse projeto. Avante, camaradas!

    Alessandra Sanches 01/12/2020
    2
  • Ponto positivo: Tomara que aprovem este Projeto de Lei, porém que arrumem está alíquota.... Afinal, sobre o salário do trabalhor incide alíquota de 27,5% do salário... E referente ao patrimônio dos bilionários tão pouco... Pelo menos, será o início de algo que consta na Carta Magna de 1988 (Imposto sobre Grandes Fortunas) e 32 anos depois ainda não tem Lei para que possa ser aplicado... Afinal, vai tirar deles ou dos amigos...

    Anderson Oliveira 08/11/2020
    2
  • Ponto negativo: Isso faz parte do projeto comunista/populista derrotado nas urnas!

    teofilo andre cristaldo dos santos 09/09/2020
    4
  • Ponto positivo: Finalmente um projeto que visa a promover uma real progressividade na carga tributária do Brasil. Que não sejam mais criados impostos que recaem sobre o consumo, como CPMF e seus similares.

    Assinante 09/09/2020
    3
  • Ponto negativo: Direcionar os recursos enseja a prática de privilegiar não muitas das vezes o próprio indivíduo obrigado a pagar, desta forma deve-se analisar melhor.

    Lucas Sandes 09/09/2020
    2
  • Ponto positivo: Legislar sobre o IGF de forma a criar um imposto para com finalidade de cobrar grandes fortunas.

    Lucas Sandes 09/09/2020
    3
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.