Enquete do PL 4213/2020

Resultado

Resultado parcial desde 14/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 34 59%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 24 41%

O que foi dito

Pontos mais populares

As cotas para mulheres só servem para "supor" que elas não tem capacidade como qualquer um homem, e privilegia as mulheres.

Maria Mari 14/08/2020
6

Só teremos uma verdadeiros democracia quando mulheres estiverem na política e puderem decidir sobre aspectos que dizem respeito apenas as mulheres. Não podemos deixar que homens decidam sobre a nossa vida. As cotas deveriam ser não apenas para a candidatura. Precisamos de projetos de Lei que defendam numero de vagas para s mulheres no Câmara, no Congresso e no Senado. Mesmo sendo a cota de 30% para a candidatura, temos apenas 10% de mulheres eleitas. Isto não é democracia.

Andréa Aguiar 17/08/2020
5

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Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto positivo: Condicionar a participação de homens na política a concomitante participação de percentual mínimo de mulheres, além de limitar indevidamente o direito do homem de ser político individualmente, viola o direito da mulher de não querer ser política, impondo-se um mandato coletivo. Ambos possuem o direito de serem ou não querem ser políticos, mas condicionar participação de um ao outro também querer é negar a individualidade do mandato, já que cassa-se a chapa inteira quando não atingido percentual

    Maurício de Almeida Carrijo 24/03/2024
    0
  • Ponto negativo: A porcentagem atual (30%) ás candidaturas femininas é muito inferior do que se espera em um país em que majoritariamente tem população feminina, segundo dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) 2019 a população brasileira é composta por 48,2% de homens e 51,8% de mulheres, isso evidência que a representatividade feminina na política brasileira é deficitária. Extinguir uma lei que diminua esse percentual é um retrocesso na democracia e na igualdade.

    Vitória 11/06/2021
    0
  • Ponto negativo: O problema da sub-representação feminina na política é real, então, uma tentativa de diminuir a desigualdade entre homens e mulheres na política e adiantar o processo de introdução da mulher nesse meio, foi a criação de cotas de gênero. Foi uma grande conquista para as mulheres, visando a evolução para uma sociedade mais igualitária e justa, surgiram como uma medida de compensação em razão da discriminação histórica sofrida. Além de pressionar partidos políticos a serem mais éticos e inclusivos

    Camille Bermond Bosio 18/09/2020
    1
  • Ponto negativo: O Brasil é o 141° de 193 países em igualdade de gênero na representação política, atrás de vários países sul-americanos. 47% dos países do mundo tem cotas, porque as mulheres só começaram a votar no século passado. Quando os países elegem mulheres, a corrupção diminui e aumentam o investimento em educação e saúde. Não é uma guerra dos sexos, não é tirar o espaço dos homens, todo mundo ganha, tem dados provando :)

    Luisa 22/08/2020
    1
  • Ponto positivo: A cota de 30% é inconstitucional. Todos são iguais perante a lei e é inconcebível a manutenção de algo que quebre a isonomia. São centenas de dispositivos legais que evidenciam a perseguição a figura masculina, e isso precisa acabar. O referido PL é excelente e deve ser aprovado com urgência!

    Lucas Miranda 20/08/2020
    1
  • Ponto positivo: A proposta visa restabelecer a isonomia entre homens e mulheres, até porque o voto não tem e não pode ter nenhuma vinculação com gênero. Nunca se impediu as mulheres de ingressarem na vida política, de maneira que o cenário atual só evidencia um desequilíbrio na balança da justiça e uma perseguição injusta ao homens. Em síntese, deve sim, ser extinta a cota de 30% em favor das mulheres, assim como vários outros dispositivos legais injustos e populistas que evidenciam a perseguição ao masculino.

    Lop Resiliente 20/08/2020
    1
  • Ponto negativo: Só falta voltar o tempo em quê mulher não é pra acabar com as conquistas com essas alegações se os homens são tão competentes que é pq tem condições de facilidades então de divide as condições com elas e não tirem do pario mais claro quê é mais fácil né?

    iraci pires de freitas 18/08/2020
    3
  • Ponto positivo: As mulheres são mais empenhadas nas propostas mais insistentes mais curiosas e coloca isso a serviço do povo!

    iraci pires de freitas 18/08/2020
    0
  • Ponto positivo: Exigir um número para concorrer a gargo eletivo compromete a capacitação e qualidade do candidato criando o candidato tapa-buraco o que não é democrático pois faz com que o povo não escolha o que quer mas o que tem pra escolher

    Gabriel Rodrigues 17/08/2020
    4
  • Ponto negativo: Só teremos uma verdadeiros democracia quando mulheres estiverem na política e puderem decidir sobre aspectos que dizem respeito apenas as mulheres. Não podemos deixar que homens decidam sobre a nossa vida. As cotas deveriam ser não apenas para a candidatura. Precisamos de projetos de Lei que defendam numero de vagas para s mulheres no Câmara, no Congresso e no Senado. Mesmo sendo a cota de 30% para a candidatura, temos apenas 10% de mulheres eleitas. Isto não é democracia.

    Andréa Aguiar 17/08/2020
    5
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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